Ciberviolência sexual atinge sobretudo raparigas, prejudica autoestima e desempenho escolar
A ciberviolência de cariz sexual afeta desproporcionalmente as raparigas e mulheres, com ameaças e envio não consentido de imagens intimas, um fenómeno com impacto na autoestima, saúde mental e desempenho escolar, revela um estudo internacional.
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