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EUA iniciaram retirada de funcionários de embaixada no Líbano

EUA iniciaram retirada de funcionários de embaixada no Líbano

O governo dos Estados Unidos começou a retirar esta semana funcionários não essenciais e familiares da embaixada norte-americana em Beirute, capital do Líbano, no quadro do aumento das tensões com o Irão e do risco de um possível conflito militar. O Departamento de Estado afirma que a medida é temporária e visa reduzir a presença diplomática na embaixada ao “pessoal essencial”.
“Avaliamos continuamente o ambiente de segurança e, com base na nossa revisão mais recente, determinámos ser prudente reduzir a nossa presença na embaixada ao pessoal essencial”, afirmou um alto funcionário dos EUA, sob anonimato, à agência Reuters. E acrescentou que a missão diplomática na capital libanesa “permanece operacional com a equipa principal no local”; a decisão tenta garantir a segurança dos funcionários, sem interromper a assistência a cidadãos norte-americanos que estão naquele país. Cerca de 50 pessoas já foram retiradas da embaixada no Líbano, disse uma fonte do Departamento de Estado à Reuters.
A retirada ocorre em paralelo às negociações entre os Estados Unidos e o Irão, que decorrem em Genebra, Suíça – mas onde os resultados são, para já, escassos. O único ponto positivo dos encontros – mais um aconteceu esta quinta-feira – é que as partes envolvidas (EUA, Irão e Omã) mantiveram que, na próxima semana, terá lugar um novo encontro.

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