No século XXI, pode a Cultura ainda ser vista como um luxo?
Caio Glínio Mecenas. O nome diz tudo. A este romano culto e abastado se devem os termos mecenas e mecenato. Além de poeta e prosador, financiou um círculo de letrados e artistas da Roma do seu tempo, como Virgílio, que lhe dedicou as Geórgicas, ou Horácio. Podia ter ficado por aqui. Já estava imortalizado. Mas decidiu deixar a sua enorme riqueza em legado a Augusto, primeiro imperador romano. O seu exemplo ganhou lastro ao longo dos séculos. Famílias poderosas deixaram a sua marca. Os Médici, claro, mas também Papas como Alexandre VI, Júlio II ou Leão X. A Renascença italiana ganhou asas e cidades como Florença, Génova, Veneza, Roma, Pádua, Milão e outras dedicaram-se ao incentivo da produção artística.
Conteúdo reservado a assinantes. Leia o artigo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 27 de fevereiro.
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