Castro Almeida: “Orçamento retificativo. Mais tarde veremos se é necessário”
O ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, não colocou nenhum cenário de parte relativamente à possibilidade do Governo avançar com um orçamento retificativo, face à escalada do conflito no Irão e o efeito nas metas de crescimento para este ano.
“Não temos tabus em termos de Orçamento do Estado nem é nenhum fetiche. É muito cedo para tomar posição sobre isso. não há indicadores para tomar essa posição agora mas mais tarde veremos se é necessário”, destacou o governante.
A 25 de fevereiro, Luís Montenegro não fechou a porta a esta possibilidade e à necessidade de adaptar a previsão inicial dos apoios face às tempestades que assolaram sobretudo o centro do país. Nessa mesma sessão plenária, o Governo teve a garantia de que haverá apoio parlamentar para avançar com esse documento retificativo.
Israel e Estados Unidos lançaram no sábado um ataque militar contra o Irão, para “eliminar as ameaças iminentes do regime iraniano”, e Teerão respondeu com mísseis e drones contra bases norte-americanas na região e alvos israelitas.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou que a operação visa “eliminar ameaças iminentes” do Irão e o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, justificou a ação conjunta contra o que classificou como uma “ameaça existencial”.
O Irão já confirmou a morte do ‘ayatollah’ Ali Khamenei, o líder supremo do país desde 1989 e decretou um período de luto de 40 dias.
Segundo a Cruz Vermelha iraniana, foram registados pelo menos 200 mortos e cerca de 750 feridos.
Portugal, França, Alemanha e Reino Unido condenaram os ataques iranianos a países vizinhos.
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