Este ano vamos ter de “trabalhar muito com cenarizações”, refere administrador da CGD
Francisco Cary, administrador executivo da Caixa Geral de Depósitos, afirmou que este ano temos de “trabalhar muito com cenarizações”, apesar do ano de 2026 ter começado com boas perspetivas a realidade agravou-as.
“2026 começou com perspetivas dentro do contexto de incertezas que tínhamos, otimistas, nível de emprego alto, perspetivas de crescimento favoráveis, mas agora temos este tema gravíssimo e que eleva uma grande incerteza”, referiu no encontro Fora da Caixa, realizado em Sines pela Caixa Geral de Depósitos, do qual o Jornal Económico é media partner.
Apesar desta incerteza o administrador executivo da Caixa Geral de Depósitos considera que o Irão não “terá capacidade para alimentar uma guerra contra o mundo”, portanto “podemos imaginar alguma estabilização”.
Durante a sua intervenção no painel “Sines: Plataforma Estratégica de Portugal para o Futuro”, Francisco Cary afirmou que a Caixa “é um dos pioneiros em Sines”, estando a olhar para vários projetos. O hidrogénio foi um projeto para o qual o banco já olhou, contudo percebeu que “era difícil de investir”, já os data centers “consideramo-los um modelo com grande potencial”.
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