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“Viveu para literatura, viveu escrevendo, deixa obra imensa”

“Viveu para literatura, viveu escrevendo, deixa obra imensa”

Escritora Lídia Jorge confessa que a melhor memória é “estante absolutamente cheia dos livros” de Lobo Antunes. Recorda um “escritor que não é só português, é um escritor europeu, do séc. XX e XXI”.

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