Margem de refinação da Galp dispara mais de 160%
A margem de refinação da Galp disparou mais de 160% no primeiro trimestre face a período homólogo para cerca de 15 dólares o barril.
É de destacar também as vendas de gás pela Galp nos mercados internacionais, com o negócio a disparar mais de 100% para 12,7 TWh no segmento de ‘trading’ face a período homólogo.
O primeiro trimestre de 2026 fica marcado pela guerra no Médio Oriente e a crise energética, tendo o conflito arrancado a 28 de fevereiro.
O preço do barril de petróleo disparou mais de 40% desde o início da guerra. Já nas bombas, o preço do gasóleo e da gasolina superou os 2 euros por litro.
Já a produção de petróleo no Brasil subiu mais de 20% para 129 mil barris diários, com o petróleo a pesar quase 90% e o restante a ser gás.
A quantidade de matérias-primas processadas na refinaria de Sines atingiu 18,7 milhões de barris equivalentes de petróleo, tendo caído 14% no homólogo, mas disparado 90% face ao trimestre anterior, quando a refinaria esteve fechada para manutenção na reta final de 2025.
As vendas de produtos petrolíferos, incluindo combustíveis, subiram 2% para 1,7 milhões de toneladas, com as vendas de gás natural no retalho a subiu 1% e as vendas de eletricidade a dispararem 14%.
Já a capacidade instalada de energias renováveis subiu 8% para 1,7 gigas, com a venda de eletricidade verde a disparar 21% com o preço médio de venda a afundar quase 70% para 23 euros/MWh.
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