Félix da Costa estreia-se com 4º lugar pela Alpine no WEC
António Félix da Costa iniciou a temporada de 2026 do FIA World Endurance Championship com um quarto lugar nas 6 Horas de Imola, naquela que foi a sua estreia oficial pela Alpine na categoria Hypercar.
Ao lado de Ferdinand Habsburg e Charles Milesi, o piloto português levou o Alpine A424 n.º 35 até à quarta posição final, num resultado construído com consistência, boa execução estratégica e um andamento suficientemente forte para manter a equipa na luta pelos lugares da frente durante grande parte da corrida.
Alpine superou as expectativas
O Alpine n.º 35 arrancou do sétimo lugar da grelha, depois de um fim de semana em que a concorrência se mostrou particularmente apertada entre Ferrari, Toyota e um pelotão Hypercar cada vez mais compacto.
Ainda assim, a equipa francesa conseguiu intrometer-se na discussão do top 5 desde as primeiras horas da corrida e chegou mesmo a rodar em posições de pódio, confirmando os sinais encorajadores já deixados nos treinos, onde o carro esteve entre os mais rápidos em diferentes sessões.
O arranque ficou a cargo de Habsburg, que recuperou posições com um turno seguro, antes de Félix da Costa assumir o volante ao cabo de duas horas e sustentar uma fase decisiva da corrida sob forte pressão do Toyota n.º 7.
Duelo com De Vries marcou a corrida do português
Um dos momentos mais relevantes da prova para o piloto luso surgiu no duelo direto com Nyck de Vries, então ao volante do Toyota n.º 7.
Félix da Costa resistiu durante uma parte importante do seu turno de condução à pressão do neerlandês, mantendo o Alpine na frente apesar da superioridade de ritmo aparente do Toyota em algumas fases do stint.
Mais tarde, já com Charles Milesi ao volante, o Alpine acabaria por ceder terreno nas contas do pódio, mas recuperou posições na hora final para fechar um quarto lugar com valor competitivo evidente no arranque da época.
Declaração aponta a corrida “perto da perfeição”
No final, Félix da Costa destacou a solidez coletiva da equipa e a capacidade para extrair praticamente tudo o que o carro permitia em Imola. “Penso que hoje fizemos uma corrida perto da perfeição, maximizando todo o potencial do nosso carro nesta pista”, afirmou o piloto português.
O lisboeta sublinhou que a consistência dos três pilotos e a estratégia adotada foram fatores centrais para o resultado, reconhecendo ao mesmo tempo que Ferrari e Toyota estavam “mais fortes em performance pura”.
Félix da Costa disse ainda que saiu satisfeito com o comportamento do Alpine e com o ambiente vivido dentro da estrutura francesa, sublinhando a ambição de chegar ao pódio “em breve”.
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