WRC, Rali das Canárias/PEC5: Solberg vence e ‘salta’ de 4º para 2º
A PEC5 marcou uma pequena reviravolta na classificação geral com Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) a assumir o protagonismo, ultrapassando Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) e Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) para subir ao segundo posto, ficando a 6,4 segundos do líder do rali, recuperando apenas 0.1s a Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) que permanece líder.
Curiosamente, a armada da Toyota teve bem mais queixas do que na parte da manhã – exceto Solberg – e a Hyundai continua a lutar contra problemas crónicos de subviragem. Desta vez Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) fez melhor do que Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1), mas o Campeão de Portugal de Ralis 2025 continua a ser o melhor dos Hyundai, mantendo o francês a 6.7s.
No WRC2, os irmãos Rossel fecharam a secção com um duelo familiar que cimentou o domínio da Lancia no WRC2 com Yohan 13.2s na frente de Leo, depois de lhe ter ganho mais 2.8s neste troço.
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O Toyota de Katsuta foi o primeiro a enfrentar o primeiro troço da tarde e a chegada é de pura frustração; o carro não obedece e o mistério dos pneus dita um arranque tenso. Atrás dele, Elfyn Evans tenta recuperar, supera Katsuta por apenas nove décimas, mas o galês emerge do cockpit com o mesmo veredito sombrio: uma subviragem inexplicável que rouba a confiança nas curvas mais apertadas.
De seguida, Oliver Solberg entra em cena e o sueco encontra a aderência que faltava aos rivais, pulveriza os tempos e salta para a vice-liderança do rali. Pajari tenta responder, mas as alterações no setup revelam-se um passo atrás e o finlandês vê Solberg escapar. Nem mesmo a tranquilidade de Fourmaux, ou a resistência do líder do rali — que gere a sua vantagem de seis segundos com precisão cirúrgica — conseguem travar a ascensão de Oliver.
No pelotão da frente, Neuville e Sordo partilham um calvário técnico; os Hyundai arrastam a frente, incapazes de ‘morder’ o asfalto como queriam. Enquanto Jon Armstrong e Josh McErlean procuram respostas para a falta de tracção, a batalha final desloca-se para o WRC2. Leo Rossel dita o ritmo inicial com uma gestão cautelosa, mas o clímax pertence ao seu irmão, Yohan Rossel. Com o Lancia a andar bem, Yohan ignora o desgaste dos pneus, bate Leo por quase três segundos e reafirma a sua autoridade.
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