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Rali das Canárias: Yohan Rossel mantém comando no WRC2, mas deixa luta pelo pódio em aberto

Rali das Canárias: Yohan Rossel mantém comando no WRC2, mas deixa luta pelo pódio em aberto

Yohan Rossel (Lancia) parte para o último dia do Rali das Canárias na liderança do WRC2, com 27,5 segundos de vantagem, depois de voltar a controlar a categoria numa etapa de sábado marcada por asfalto em mudança, zonas húmidas e temperaturas em subida nas estradas de Gran Canaria. Atrás do francês, a discussão pelo segundo lugar apertou de forma significativa, com Alejandro Cachón (Toyota) a conservar a vice-liderança, mas com apenas 0,2 segundos de margem sobre Léo Rossel.
O piloto francês da Lancia entrou na etapa com 22,0 segundos de vantagem e conseguiu ampliar essa diferença durante a manhã, chegando ao parque de assistência do meio-dia com 28,8 segundos de avanço sobre Cachón. Embora a margem tenha encolhido ligeiramente durante a tarde, Rossel terminou o dia ainda em posição sólida para discutir a vitória na categoria.
Rossel controla num dia exigente
A etapa de sábado voltou a exigir leitura fina das condições e gestão constante do ritmo, num contexto em que o piso foi mudando ao longo do dia. Yohan Rossel respondeu com uma prestação sem erros e destacou no final a importância da concentração e da consistência: “Nunca é fácil, para ser sincero. Precisamos de manter a concentração.”
O francês admitiu também que não conseguiu construir uma diferença tão expressiva como na véspera, mas mostrou-se satisfeito com o comportamento do carro. “Foi um dia limpo e estou muito contente com o carro. Precisamos de continuar”, afirmou.
Cachón resiste, Léo aproxima-se
Se a liderança parece relativamente estabilizada, o mesmo não se pode dizer da luta pelo segundo lugar. Cachón continuou a pressionar em casa, foi o mais rápido no segundo troço de Maspalomas e manteve-se como perseguidor direto de Rossel, apesar de ter identificado a gestão dos pneus como um dos fatores mais delicados da etapa.
“Tem sido bom. Tenho tentado gerir os pneus porque está muito calor”, explicou o espanhol, sublinhando que forçar demasiado no arranque de cada troço compromete a aderência nas curvas finais. A resposta de Léo Rossel (Citroen) surgiu sobretudo da parte da tarde, culminando com o melhor tempo no derradeiro troço do dia e uma recuperação que o deixou praticamente colado a Cachón: “Honestamente, o carro esteve perfeito esta tarde”, afirmou o francês, deixando claro que pretende atacar no domingo. “Amanhã vou atacar muito. É uma boa luta porque o Alejandro é muito rápido aqui.”
Último dia decide pódio e vitória
Eric Camilli terminou o dia em quarto lugar no WRC2, a 43,0 segundos da liderança e a 15,3 segundos dos lugares de pódio. Roberto Daprà segue em quinto, com Nikolay Gryazin em recuperação até sexto, apenas 4,0 segundos atrás do italiano, enquanto Jan Solans e Emil Lindholm completam o top 8 da categoria. A derradeira etapa terá quatro especiais e promete decidir não só a vitória de Yohan Rossel, mas também uma luta pelo segundo lugar que chega ao domingo praticamente empatada.
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