WRC, Rali das Canárias, PEC12: Jogo do gato e do rato entre Ogier e Solberg, Evans vence troço
Maspalomas 2 foi uma especial de margens microscópicas, com Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) a bater Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1) por apenas seis décimas, Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) a fechar logo atrás a sete décimas do melhor tempo e a Toyota a transformar o troço numa luta quase ao milímetro.
Num asfalto completamente seco, de compromisso máximo e pneus repartidos entre quatro duros e dois macios, o segundo duelo do dia neste troço confirmou que a frente do rali estava a ser decidida em detalhes mínimos. Nada mudou na frente, Solberg ganhou um décimo a Ogier…
Filme da especial
A estrada abriu seca, rápida e exigente, dessas que parecem pedir coragem total desde o primeiro metro, e o aviso estava dado: era preciso confiar cegamente no carro para sobreviver a Maspalomas. Jon Armstrong (Ford Puma Rally1) lançou-se primeiro, mas fê-lo preso a um problema de intercomunicador que lhe transformou o habitáculo numa tortura de ruído constante, ainda assim suficiente para chegar ao fim de uma especial que continuava bela vista de fora e dura por dentro.
Joshua Mcerlean (Ford Puma Rally1) veio depois, mais limpo, mas ainda a lutar com subviragem e com pequenas gotas a aparecer no arranque, antes de Neuville entrar e encontrar um registo melhor à travagem, embora longe de deslumbrar. Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) apareceu logo a seguir e foi o primeiro a incendiar verdadeiramente o cronómetro, tirando quase três segundos a Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1).
Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1) não o acompanhou, apesar das mudanças no carro, e ficou novamente atrás, ficando a 24.8s de Fourmaux. Então a história passou para a Toyota: Takamoto Katsuta (Toyota GR Yaris Rally1)
Katsuta atacou com adrenalina pura e foi claramente o mais rápido até esse momento, Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) respondeu quase à medida e reforçou a margem sobre o japonês, Evans foi ainda mais fundo e arrancou a melhor marca, Solberg falhou uma travagem numa curva lenta e deixou escapar meio segundo, e por fim Ogier surgiu com a serenidade do líder, terceiro na especial, a apenas sete décimas do topo, num daqueles finais em que ninguém venceu por muito e todos sentiram que o rali continua em ebulição.
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