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China ordena que Meta cancele aquisição de app de IA que custou 2 mil milhões

China ordena que Meta cancele aquisição de app de IA que custou 2 mil milhões

A China ordenou que a Meta se desfizesse da sua aquisição da aplicação de inteligência artificial (IA) Manus, que adquiriu por dois mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros), em dezembro de 2025, devido à disputa que existe entre Estados Unidos e China na IA, avançou o Financial Times.
De acordo com a publicação britânica, a empresa dirigida por Mark Zuckerberg já estava a integrar o software da Manus na sua empresa. Subsistem dúvidas sobre como a aquisição anunciada pela Meta poderia ser revertida nesta fase adiantada do processo. Uma fonte por dentro do processo, salienta o FT, diz que a posição chinesa terá como objetivo lançar um aviso para negócios semelhantes no futuro.
A mesma fonte referiu que a postura da China foi “bastante severa” e demonstra uma “forte intenção” de impedir negócios subsequentes como o da Manus, acrescentando que “é difícil desfazer um negócio já fechado, pelo que se trata mais de avisos verbais sobre negócios semelhantes e de gerar vantagem antes da cimeira Xi-Trump”, marcada para maio.
A publicação britânica lembra que os reguladores iniciaram uma investigação com o objetivo de apurar se as normas de investimento da China foram violadas com o anúncio da aquisição da Manus pela Meta. Por outro lado a Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC) chinesa afirmou que iria proibir o “investimento estrangeiro” na Manus pelo que o negócio deveria ser cancelado.

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