Turismo de Portugal com 22 projetos de 17 milhões aprovados pelo país com apoio de 8,5 milhões
Vinte e dois projetos turísticos pelo país, num investimento global de 17 milhões de euros, já foram contratualizados no âmbito do Programa Crescer com o Turismo, somando um incentivo financeiro a rondar 8,5 milhões, foi hoje revelado.
Numa cerimónia realizada hoje à tarde em Évora, nas instalações da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo, presidida pelo ministro da Economia, Castro Almeida, foram assinados os contratos relativos a 12 destes projetos, que correspondem a um investimento de cerca de 6,9 milhões de euros.
Os projetos hoje em destaque receberam no global 3,9 milhões de euros do Turismo de Portugal, através do Programa de Apoio Crescer com o Turismo, e distribuem-se pelas regiões Norte, Centro, Lisboa e Alentejo e Ribatejo, envolvendo entidades públicas, privadas e associativas.
Em declarações aos jornalistas, no final da cerimónia, o presidente do Turismo de Portugal, Carlos Abade, lembrou que estas iniciativas turísticas juntam-se aos outros 10 contratos já antes assinados numa sessão idêntica realizada no Porto, “há cerca de mês e meio”.
“Estamos, neste momento, a falar de um total de 22 projetos de investimento aprovados, portanto, 12 hoje, 10 no Porto”, o que envolve “um investimento já na ordem dos 17 milhões de euros globalmente, dos quais sete milhões hoje, 10 milhões” na outra sessão, realçou o mesmo responsável.
Após o ministro da Economia já ter aludido na sua intervenção na cerimónia que a dotação global do Programa de Apoio Crescer com o Turismo é de 30 milhões de euros, Carlos Abade explicou aos jornalistas que os 22 projetos contratados até ao momento envolvem “um apoio financeiro que já ronda os 8,5 milhões de euros”.
“Significa que o programa continua a receber candidaturas para que sejam analisadas, seja visto o seu mérito e, depois, então, se possa proceder à celebração dos respetivos contratos”, referiu o presidente do Turismo de Portugal, realçando que a iniciativa “é muito diversificada” no tipo de investimentos que apoiar a sua aplicação é “muito ampla do ponto de vista territorial”.
“O Programa Crescer com o Turismo dirige-se sobretudo ao desenvolvimento de projetos que possam dinamizar as economias locais, que possam dinamizar os territórios, com claro privilégio relativamente àqueles territórios que são territórios de baixa densidade”, argumentou.
E, continuou o mesmo responsável, “vai ao encontro de uma preocupação que o turismo tem, que é o de continuamente valorizar o território, torná-lo cada vez mais competitivo, torná-lo mais resiliente, mais qualificado e que permita depois às empresas desenvolverem a sua atividade num contexto bastante mais favorável”.
Entre os projetos apoiados, exemplificou, existem iniciativas turísticas associadas ao desporto, ao turismo náutico, ao turismo religioso, iniciativas na área da astronomia, intervenções em museus, ecovias, miradouros, “uma panóplia imensamente grande” de áreas e que traduz a riqueza do território nacional.
Sem prestar declarações aos jornalistas, o ministro da Economia congratulou-se na cerimónia pela assinatura destes 12 contratos por “mais um passo” dado “na concretização de uma visão estratégica que coloca o turismo como um vetor essencial do crescimento económico e como um instrumento decisivo para promover o equilíbrio territorial” do país.
O Programa Crescer com o Turismo, vincou, pretende contribuir para “valorizar realidades locais que estão à espera de uma intervenção humana para se tornarem de uma realidade”.
Entre os 12 contratos assinados hoje, dois deles são para implementar no Norte, seis na região Centro, um fruto de uma parceria entre Centro/Alentejo e Ribatejo, dois vão ‘nascer’ no Alentejo e Ribatejo, um destina-se a Lisboa.
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