PSI brilha com BCP na liderança com bolsas europeias a fecharem mistas
O PSI está entre as bolsas europeias que fechou no verde. O índice fechou claramente em alta de 0,95% fechando nos 9.264,93 pontos.
Os maiores contributos positivos vieram do setor das telecomunicações (NOS), energia (Galp) e banca (BCP). A Galp e o BCP são pesos pesados no índice, pelo que o seu bom desempenho teve impacto relevante na subida do PSI.
A NOS subiu +1,99% para 5,635 euros; a Galp ganhou +1,89% para 19,66 euros e o BCP valorizou 1,86% para 0,8866 euros.
As quedas foram moderadas e concentradas em empresas de menor capitalização ou com menor peso no índice. Não houve grandes pressões vendedoras generalizadas.
A Ibersol liderou as perdas ao cair 1,17% para 11,78 euros e a Teixeira Duarte recuou 1,15% para 0,43 euros.
O BCP foi a ação mais negociada (cerca de 19,55 milhões de ações). Seguiram-se EDP, Mota-Engil, Galp e NOS.
O analista da MTrader destaca que as bolsas europeias encerraram divididas entre os ganhos ibéricos e as perdas na Alemanha e em França.
”Um report do Wall Street Journal de que a OpenAI não conseguiu atingir as suas próprias metas de aquisição de novos users e vendas, reacendeu preocupações sobre se os elevados investimentos em IA darão todos os frutos desejados, pressionando o setor Tecnológico e o sentimento global”, destaca a MTrader.
Os analistas sublinham que “a praça portuguesa foi a mais animada, com ganhos a atravessarem a maioria das cotadas do PSI. O BCP liderou, ao avançar 2,6%, depois da sua unidade polaca, o Bank Millennium, ter reportado um forte crescimento dos lucros no 1.ºtrimestre”.
Na Europa o FTSE 100 fechou a subir 0,11% para 10.332,8 pontos. O CAC 40 caiu 0,46% para 8.104,1 pontos. O alemão DAX recuou 0,27% para 24.018,26 pontos. O italiano FTSE MIB subiu 0,77% para 48.040,2 pontos. O espanhol IBEX avançou 0,46% para 17.774,9 pontos.
O Stoxx 600 caiu 0,37% e o EuroStoxx 50 perdeu 0,41%.
A notícia do dia é que os Emiratos Árabes Unidos (EAU) anunciaram oficialmente a sua decisão de abandonar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP). A saída entrará em vigor já no próximo dia 1 de maio.
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