Crianças com apetite “emocional” correm risco de ter pior saúde
Um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP) hoje divulgado mostra que crianças com apetite “emocional” arriscam ter pressão arterial elevada, resistência à insulina e perímetro da cintura mais elevado no início da adolescência.
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