Reabilitação urbana arrefece no primeiro trimestre com quebra nas licenças e encomendas
Com uma quebra de mais de 20% nas licenças emitidas e de 1,4% na carteira de encomendas, a reabilitação urbana parece ter abrandado no primeiro trimestre em Portugal, de acordo com os números do barómetro revelado esta segunda-feira pela AICCOPN.
Assim, e de acordo com este barómetro, o desempenho do mercado da Reabilitação Urbana no final do primeiro trimestre de 2026 “evidencia uma trajetória de abrandamento face ao dinamismo observado em períodos anteriores, sinalizando uma inflexão no ciclo de crescimento”.
Os resultados do mais recente inquérito da AICCOPN, relativos a março, apontam desta forma para um “ajustamento dos indicadores de confiança – o índice relativo ao nível de atividade registou uma diminuição homóloga de 0,8%, evolução acompanhada pelo Índice da Carteira de Encomendas, que
apresentou uma variação de -1,4%.
“Relativamente à Produção Contratada, indicador que traduz o horizonte temporal de atividade assegurada a um ritmo de execução normal, esta situou-se, em março, em 8 meses, refletindo uma redução face aos 8,9 meses registados no período homólogo de 2025”, pode ler-se no barómetro.
Relativamente ao licenciamento de obras de reabilitação, observou-se um recuo homólogo de 20,1% até fevereiro de 2026, abrangendo ambos os segmentos, com reduções de 15,5% no segmento habitacional e de 26,9% no não residencial, em termos homólogos.
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