Dois dias de greve na saúde terminam com forte adesão e utentes afetados
O presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Serviços e de Entidades com Fins Públicos (STTS) estimou que a greve dos trabalhadores da saúde que começou na segunda e termina esta terça-feira, contou com uma adesão de 60%.
No hospital de Santo António, no Porto, muitos utentes viram as suas consultas serem adiadas. A greve abrangeu todos os trabalhadores do setor da saúde, independentemente do vínculo, carreira ou filiação sindical.
O sindicato exige do Governo e das entidades empregadoras a “reposição dos pontos retirados aos trabalhadores” no âmbito do sistema de avaliação, a “contratação urgente” de pessoal, que permita terminar com o “uso e abuso dos turnos suplementares e cargas horárias de 14 e 16 horas de serviço contínuo”, e a reposição das “horas não pagas e não gozadas”.
Outra greve está marcada para 12 de maio e foi convocada pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP). Vai abranger os setores público, privado e social para exigir ao Governo que “resolva vários problemas” para permitir dignificar a profissão.
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