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Primeira stablecoin portuguesa chega ao mercado: Bison Bank lança EUB e USB

Primeira stablecoin portuguesa chega ao mercado: Bison Bank lança EUB e USB

O Bison Bank, banco especializado em banca de investimento, depositário, corporate advisory e ativos digitais, anunciou hoje o lançamento da primeira stablecoin portuguesa, denominada Bison Bank Electronic Money Token. O ativo digital chega ao mercado em duas versões: EUB, indexada ao Euro, e USB, indexada ao Dólar Americano.
Desenhado para pagamentos e transferências internacionais rápidas, seguras e transparentes, o novo token assinala a entrada pioneira de Portugal neste universo, em estrita conformidade com o Regulamento MiCA (Markets in Crypto-Assets), o quadro legal europeu que harmoniza a regulação dos criptoativos em toda a União Europeia.
Em 2022, o Bison Bank lançou a Bison Digital Assets (BDA) , o primeiro Prestador de Serviços de Ativos Virtuais (VASP) regulado pelo Banco de Portugal e totalmente detido por um banco português.
Através desta subsidiária o Bison Bank passou a permitir aos seus clientes o acesso a serviços de exchange e custódia de criptoativos diretamente pelas suas contas bancárias.
“Este movimento sublinha o investimento do Bison Bank na área dos ativos digitais e o posiciona esta instituição bancária entre os primeiros a operar com soluções de inovação financeira reguladas em Portugal, no contexto regulatório europeu”, acrescenta o banco liderado por António Henriques em comunicado.
Hoje, essa trajetória concretiza-se com os Electronic Money Tokens, assinalando a entrada pioneira de Portugal neste universo, lê-se no comunicado do Bison Bank.
O novo electronic money token estabelece um padrão inédito para o dinheiro digital, promovendo inovação com proteção dos utilizadores e estabilidade financeira.
“O objetivo do Bison Bank é redesenhar o mundo financeiro global. O nosso e-money token é uma ponte segura e estável entre o dinheiro tradicional e o futuro digital”, afirma António Henriques, CEO do Bison Bank. “Esta stablecoin não é um e-money token português – é criado por um banco português, mas é, na sua génese, global”, acrescenta.
Segurança e conformidade regulatória
Cada token representa uma quantia equivalente em moeda tradicional, garantida pelo banco emissor, e funciona sobre tecnologia blockchain sem intermediários, facilitando transações transfronteiriças online rápidas e seguras. Ao contrário de outros criptoativos voláteis, os e-money tokens mantêm o valor estável, oferecendo maior segurança como meio de pagamento.
“Deter um e-money token é como ter dinheiro vivo em formato digital, assente em tecnologia blockchain, que, por funcionar sem intermediários, de forma segura e em qualquer parte do mundo, facilita pagamentos e transferências transfronteiriças online rápidas e seguras. Cada token representa uma quantia equivalente em moeda tradicional, como o euro ou o dólar, e é emitido por entidades reguladas, neste caso o Bison Bank, que garante que cada token tem o seu correspondente em moeda real. Por esta razão, ao contrário de outros criptoativos, estes tokens mantêm o valor estável,proporcionando maior segurança e adequação enquanto meio de pagamento.
A sua emissão e operação segue regras financeiras rigorosas, que incluem proteção ao investidor, o que oferece mais segurança para quem os usa em transações digitais”, explica o banco em comunicado.
António Henriques acrescenta que o Bison Bank Electronic Money Token “vai atrair parceiros institucionais internacionais que procuram segurança e conformidade regulatória no espaço dos ativos digitais e pagamentos, fortalecendo a posição do Bison Bank como líder na vanguarda da inovação financeira”.
O Bison Bank Electronic Money Token, enquanto serviço financeiro assente na tecnologia blockchain, vai permitir aos parceiros do Bison Bank alcançar novos mercados e clientes, com soluções de pagamento transfronteiriças eficientes e simplificadas, explica a instituição.
Com este lançamento, o Bison Bank posiciona-se entre as primeiras instituições bancárias a operar com soluções de inovação financeira reguladas em Portugal, “unindo a solidez da banca tradicional à agilidade do futuro digital”.

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