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WRC, Rali de Portugal/PEC19: Sébastien Ogier a 2 Saltos da Pedra Sentada da 8ª Sinfonia

WRC, Rali de Portugal/PEC19: Sébastien Ogier a 2 Saltos da Pedra Sentada da 8ª Sinfonia

Sébastien Ogier (Toyota GR Yaris Rally1) fechou o dia com mais uma gestão eficaz em Lousada, batendo Thierry Neuville (Hyundai i20 N Rally1) no duelo direto por 1,7 segundos, ampliando com isso a liderança do Rally de Portugal para 21,9 segundos antes do derradeiro dia.
A superespecial, disputada sob chuva forte e muita lama, ficou marcada sobretudo pelo acidente de Joshua Mcerlean (Ford Puma Rally1), que escorregou, bateu nas barreiras e danificou a suspensão dianteira direita, confirmando um sábado para esquecer da M-Sport, já depois da saída de Jon Armstrong (Ford Puma Rally1) em Felgueiras.
A última classificativa do dia arrancou em Lousada com uma moldura humana impressionante, apesar do mau tempo, e com o circuito de ralicross transformado numa pista escorregadia, pesada e cada vez mais traiçoeira.
Os primeiros a entrar em pista foram Martins Sesks (Ford Puma Rally1) e McErlean, num duelo entre os dois M-Sport. O irlandês acabou por perder o controlo, embateu nas barreiras e saiu do carro, num impacto considerável que deixou o Puma com danos visíveis na frente. Sesks atravessou a meta e lamentou o estado do troço e o infortúnio do colega, sublinhando que a tarde tinha sido “louca”, mas reconhecendo que, para a própria equipa, o mais importante era simplesmente ter chegado ao fim.
Com a chuva a intensificar-se, a especial entrou numa fase ainda mais delicada. Dani Sordo (Hyundai i20 N Rally1) enfrentou depois Takamoto Katsuta (Toyota GR Yaris Rally1), mas o japonês foi claramente mais eficaz e bateu o espanhol por 5,8 segundos.
No final, Katsuta chamou a atenção para a quantidade de lama acumulada numa das curvas e mostrou-se solidário com McErlean, dizendo que não havia praticamente nada que o piloto pudesse fazer naquela situação. A seguir, Adrien Fourmaux (Hyundai i20 N Rally1) mediu forças com Elfyn Evans (Toyota GR Yaris Rally1) e foi 1,6 segundos mais rápido, estabelecendo então a melhor marca da especial.
O francês aproveitou o momento para agradecer aos adeptos que permaneceram nas bancadas “com chuva a sério” e deu algum brilho a um dia globalmente complicado.
A fase final ficou reservada aos homens que ainda discutiam posições importantes da geral. Evans deixou palavras duras sobre a própria tarde, admitindo não querer repetir uma experiência assim e confessando frustração particular com o que fizera em Amarante.
Depois, Sami Pajari (Toyota GR Yaris Rally1) enfrentou Oliver Solberg (Toyota GR Yaris Rally1), mas o sueco foi claramente superior: bateu o compatriota por 3,8 segundos, assinou o melhor tempo da especial e aumentou para 8,6 segundos a margem sobre Evans na luta pelo quarto lugar da geral.
Restava o duelo entre Neuville e Ogier. O francês parecia ter ligeira vantagem logo à partida e confirmou-a até ao fim, terminando 1,7 segundos à frente do belga, embora 3,5 segundos atrás do tempo de Solberg.
No final, Ogier valorizou sobretudo o saldo do dia, classificando a tarde como “incrível” dadas as condições, e admitiu que os pilotos não conseguiram oferecer o melhor espetáculo ao público por causa do estado do piso.
Com isso, fechou sábado no controlo da prova. Neuville manteve o segundo lugar, mas com Pajari apenas 3,9 segundos atrás, enquanto Solberg consolidou o quarto posto e Evans ficou mais distante.
Fourmaux terminou em sexto, 11,5 segundos à frente de Katsuta, Sordo segurou o oitavo lugar e Sesks fechou o lote dos Rally1 ainda em prova. Tudo aponta para Ogier como favorito para domingo, mas a luta pelo segundo lugar permanece totalmente em aberto entre Hyundai e Toyota.

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