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Portugal tem uma localização estratégica e precisa de caças à altura

Portugal tem uma localização estratégica e precisa de caças à altura

De mares nunca dantes navegados, até a mares com várias ameaças para o país. Para vigiar o Portugal marítimo dos céus é preciso ter capacidade dissuasiva, mas que seja eficaz quando for necessário intervir.
Afinal, Portugal conta com um território marítimo 40 vezes superior ao terrestre. Há muito mar para vigiar pela Força Aérea Portuguesa.
“Quando olhamos para os Açores e a liberdade de movimentos no mar, o F-35 é muito bom no mundo real: ir atrás de adversários. O F-35 pode dar um bom contributo nesse domínio”, disse ao JE Carlton ‘Puff’ Wilson, ex-piloto dos Fuzileiros (sim, os Marines dos EUA têm caças) e que agora trabalha para a Lockheed Martin.
Dezenas de navios russos atravessam o mar português todos os anos, tendo já sido detetados drones russos pela Marinha. É neste cenário que os caças que Portugal vier a comprar vão ter de operar.
Na conversa com o JE num hangar com o F-35 como pano de fundo, a conversa com ‘Puff’ teve de ser interrompida várias vezes com vários caças F-35 a realizarem testes. Num dia quente de maio, habitual para esta zona, dez F-35 fizeram testes nos céus texanos.
Este caça apresenta como um dos seus maiores trunfos a invisibilidade para os radares, conhecido por modo ‘stealth’, ou furtivo. As armas ficam escondidas dentro do avião, para escapar aos radares. O piloto elogia a capacidade do F-35 de entrar num território hostil sem ser notado, “dar o primeiro tiro e escapar antes” de o inimigo conseguir responder.

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