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Comissão Europeia assina memorando com Ucrânia para apoio de 3,2 mil milhões em junho

Comissão Europeia assina memorando com Ucrânia para apoio de 3,2 mil milhões em junho

A Comissão Europeia assinou esta quinta-feira um memorando de entendimento com a Ucrânia para um programa de assistência macrofinanceira que prevê 3,2 mil milhões de euros em meados de junho, após ratificação pelo parlamento ucraniano.
Este apoio faz parte do financiamento da União Europeia de 90 mil milhões de euros, que tem por objetivo financiar a Ucrânia em 2026 e 2027, na sequência do conflito que decorre com a Rússia.
Dos 90 mil milhões de euros 45 mil milhões de euros devem ser desembolsados em 2026 e os restantes 45 mil milhões de euros em 2027.
A Reuters adianta que das verbas que devem ser libertadas ainda este ano 28,3 mil milhões de euros devem ser encaminhados para despesas militares e 16,7 mil milhões de euros para apoio ao orçamento geral. O apoio à Ucrânia divide-se entre dinheiro para assistência macrofinanceira e o Fundo Ucrânia, que é alocado para a recuperação, reconstrução e modernização da Ucrânia.
“Terminámos as nossas negociações com a Ucrânia sobre o memorando de entendimento que sustenta o nosso programa de assistência macrofinanceira como parte do empréstimo de apoio à Ucrânia. Assinei-o esta manhã e agora ainda falta a assinatura do lado ucraniano, além da ratificação pela Rada [parlamento] na Ucrânia, … para que possamos avançar com os desembolsos”, disse o Comissário Europeu para os Assuntos Económicos, Valdis Dombrovskis, em declarações transcritas pela agência noticiosa Reuters.
O dinheiro referente à assistência macrofinanceira, como explicado por Valdis Dombrovskis, à imprensa, está condicionado a implementação, pela Ucrânia, de reformas, com foco no plano fiscal.
“Também nos coordenamos de perto com o Fundo Monetário Internacional (FMI) para que as condições sejam consistentes e, quando necessário, digamos, adicionais ou complementares ao programa do FMI”, acrescentou Valdis Dombrovskis, em declarações transcritas pela Reuters.

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