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Destino: Lisboa

Destino: Lisboa

Um casal britânico decide vir passar o fim de ano a Lisboa, viajando na TAP, em classe executiva.
Chegado ao aeroporto de Lisboa, o avião não ficou ligado a uma manga, mas estacionado na placa.
Depois de trinta minutos de viagem num autocarro, repleto de passageiros, chegaram à área de controlo dos passaportes.
Controlo que se tornou muito mais exigente, na sequência da desastrosa política de imigração conduzida pelo actual Partido Socialista (PS).
Das dez máquinas de controle de passaportes electrónicos, só estavam a funcionar quatro.
Ao utilizarem as máquinas disponíveis, a máquina só reconheceu o passaporte da senhora, mas não reconheceu o do marido, que teve de ir para a fila geral.
Depois de três horas para passarem o controlo de passaportes, atravessaram o centro comercial em que se transformou o aeroporto, e foram para a fila de táxis.
Foram encaminhados para um táxi com capacidade para seis passageiros, pelo que, mesmo sendo só um casal, pagaram um valor mais elevado no trajecto para o hotel.
Esta é a esperteza saloia mais recente dos nossos taxistas, para combaterem a redução da procura, que adveio da proliferação indiscriminada de Ubers, associada à vaga irresponsável de imigração aprovada pelo actual PS.
No hotel, recepcionistas e restante pessoal tentaram contribuir para atenuar a má impressão e desconforto evidenciado por este casal de turistas.
Depois de um merecido descanso resolveram ir jantar e a seguir dar um passeio pela Avenida da Liberdade.
Foram assaltados por dois jovens numa moto, que roubaram a carteira à senhora e o relógio ao marido.
Felizmente tinham deixado os passaportes e alguns cartões de crédito no cofre do hotel.
Passaram os restantes dias, com receio e cuidados redobrados.
Não conseguiram visitar alguns museus, palácios e outros monumentos, porque estavam encerrados para férias.
No trajecto de regresso do hotel ao aeroporto, só pensavam na fila que os esperava no controle de passaportes.
Não foi tão má como na entrada, só esperaram uma hora.
Chegados ao avião, já sentados nas confortáveis cadeiras da executiva, viraram-se um para o outro e disseram em uníssono: “Darling, Lisbon never again”.
Com o sector do turismo a representar mais de 20% do PIB, esta história imaginária, mas que deve ter ocorrido várias vezes, devia levar-nos a reflectir sobre o modo como o país tem sido gerido.

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