Centros de saúde fizeram menos 767.413 consultas presenciais no ano passado
Os centros de saúde fizeram no ano passado menos 767.413 consultas médicas presenciais, segundo a Entidade Reguladora da Saúde (ERS), que aponta para uma “reconfiguração da atividade”, com mais consultas não presenciais e ao domicílio.
De acordo com o relatório de monitorização da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) sobre os Cuidados de Saúde Primários (CSP) nos anos de 2024 e 2025, designadamente acesso a médico de família, consultas e rastreios, houve uma diminuição da atividade em 35 das 39 Unidades Locais de Saúde.
Ao nível das consultas médicas presenciais, apenas subiram nas ULS de Coimbra (+1%), Entre Douro e Vouga (+10,4%), Nordeste (5,5%) e Baixo Mondego (4,6%).
O regulador diz que houve uma “tendência generalizada de redução”, ainda que com diferente expressão entre unidades de saúde, com as maiores quedas a serem registadas nas ULS da Região de Aveiro (-16,8%), Médio Ave (-9,7%) e de São João (-9,6%).
Já em relação ao índice relativo de atividade assistencial, que compara o número de consultas médicas por 1.000 habitantes em cada ULS com o valor de Portugal continental, os valores mais baixos registaram-se nas ULS de Lisboa Ocidental (42), São José (47), Santa Maria (49) e Loures-Odivelas (53), que ficaram abaixo da média nacional.
Em sentido inverso, a ERS destaca as ULS Alentejo Central (167), Castelo Branco (162) e Alto Alentejo (159), com valores acima da média de Portugal continental.
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