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SpaceX gerou prejuízo de dois mil milhões

SpaceX gerou prejuízo de dois mil milhões

A SpaceX, liderada por Elon Musk, gerou, em 2025, receitas consolidadas de 18,6 mil milhões de dólares (16 mil milhões de euros) e um prejuízo operacional de 2,5 mil milhões de dólares (2,1 mil milhões de euros), revelou o prospeto entregue na quarta-feira no regulador dos mercados norte-americano (SEC) que confirma oficialmente a entrada da empresa em bolsa. Nos primeiros três meses deste ano as receitas ficaram em 4,6 mil milhões de dólares (3,9 mil milhões de euros) e o prejuízo operacional cifrou-se em 1,9 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros).
A estreia em bolsa da SpaceX, que deve tornar Elon Musk um trilionário, será feita no índice norte-americano Nasdaq com 12 de junho a ser avançada como a data provável.
A avaliação da empresa de satélites e foguetões deve atingir os 1,75 triliões de dólares (1,51 biliões de euros) e a entrada em bolsa deve angariar 80 mil milhões de dólares (68,8 mil milhões de euros), fazendo desta a maior entrada em bolsa de sempre superando os 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) da Saudi Aramco em 2019.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação, e amortização (EBITDA) ajustado da empresa em 2025 ficou nos 6,5 mil milhões de dólares (5,5 mil milhões de euros) e no primeiro trimestre deste ano atingiu os 1,1 mil milhões de dólares (950 milhões de euros).
Em 2025, o segmento espacial teve uma receita de quatro mil milhões de dólares (3,4 mil milhões de euros) e um prejuízo operacional de 657 milhões de dólares (565 milhões de euros) e o EBITDA ajustado ficou nos 653 milhões de dólares (561 milhões de euros). Para o primeiro trimestre as receitas ficaram em 619 milhões de dólares (532,3 milhões de euros), o prejuízo operacional cifrou-se em 662 milhões de dólares (569,3 milhões de euros) e o EBITDA ficou negativo em 351 milhões de dólares (301,8 milhões de euros).
Na conectividade, em 2025, com forte influência da Starlink, teve receitas de 11,3 mil milhões de dólares (9,7 mil milhões de euros), um lucro operacional de 4,4 mil milhões de dólares (3,7 mil milhões de euros) e um EBITDA ajustado de 7,1 mil milhões de dólares (6,1 mil milhões de euros). No primeiro trimestre as receitas foram de 3,2 mil milhões de dólares (2,7 mil milhões de euros), o lucro operacional ficou em 1,1 mil milhões de dólares (950 milhões de euros) e o EBITDA ajustado ficou em dois mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros).
O segmento de inteligência artificial (IA), em 2025, gerou receitas de 3,2 mil milhões de dólares (2,7 mil milhões de euros), um prejuízo operacional de 6,3 mil milhões de dólares (5,4 mil milhões de euros) e um EBITDA ajustado negativo de 1,2 mil milhões de dólares (mil milhões de euros). No primeiro trimestre, o segmento de IA teve receitas de 818 milhões de dólares (703,5 milhões de euros), um prejuízo operacional de 2,4 mil milhões de dólares (dois mil milhões de euros) e um EBITDA ajustado negativo de 609 milhões de dólares (523,7 milhões de euros).

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