BPI Gestão de Ativos vende vende três pisos na Avenida da República a investidor privado
A BPI Gestão de Ativos concluiu a venda de um ativo de retalho de rua localizado na Avenida da República, 3, em Lisboa, a um investidor privado, cujo nome não foi revelado. A operação foi assessorada pela JLL que fez o comunicado do negócio.
Os detalhes financeiros da operação não foram divulgados.
O imóvel, com cerca de 768 m² distribuídos por três pisos, está totalmente arrendado a um banco privado português de referência cujo nome não foi divulgado, mas que sabe-se ser o próprio BPI.
“O espaço integra um edifício residencial, beneficia de uma localização privilegiada numa das principais artérias da capital e apresenta excelente visibilidade e acessibilidades, com proximidade a transportes públicos (metro e autocarros). O ativo foi recentemente renovado e possui um contrato de arrendamento de longo prazo”, o que, explica o comunicado da JLL, são características que reforçam o seu atrativo para investidores que procuram rendimentos estáveis e de qualidade.
Portanto não foram divulgados o nome do comprador nem o valor da transação do imóvel, que “tem um prazo de contrato de arrendamento a longo prazo”, segundo a JLL.
Augusto Lobo, diretor de Capital Markets da JLL Portugal, comentou que “estamos muito orgulhosos da confiança que a BPI Gestão de Ativos depositou na JLL para conduzir este processo. O conhecimento do mercado e a experiência da nossa equipa possibilitaram a conclusão bem-sucedida da venda estruturada deste ativo. O mercado português continua a demonstrar um forte interesse por ativos de retalho bem localizados e arrendados a inquilinos sólidos”.
Jorge Sousa Teixeira, CEO da BPI Gestão de Ativos, salientou que “esta operação reflete a criação de valor através de uma gestão dinâmica, orientada para a otimização contínua dos ativos sob gestão. A concretização desta venda efetuou-se após um processo de reposicionamento imóvel, encontrando o inquilino mais adequado e capaz de valorizar o espaço, a localização e o potencial comercial do imóvel”.
Em comunicado, a JLL diz que a transação reforça a apetência dos investidores privados por ativos de retalho prime em Lisboa, especialmente aqueles que combinam localização consolidada, dimensão relevante e contratos de arrendamento de longo prazo com inquilinos de referência. Estes imóveis destacam-se pela capacidade de gerar rendimentos previsíveis num contexto de investimento cada vez mais seletivo, segundo o comunicado.
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