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Papel estratégico da indústria metalúrgica e metalomecânica em debate

Papel estratégico da indústria metalúrgica e metalomecânica em debate

Qual o papel estratégico que a indústria metalúrgica e metalomecânica tem na economia portuguesa e como pode ser reforçado através da inovação, tecnologia, qualificação e capacidade exportadora? Estas são as questões que vão estar em debate na conferência anual da Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal (AIMMAP), esta quarta-feira, 27 de maio, no campus de Azurém na Universidade do Minho.
Os trabalhos da conferência “Vender Valor”, concretizada em parceria com o Jornal Económico, serão abertos pelo presidente da AIMMAP, Vítor Neves, e por Hélder Pga, vice-presidente de Engenharia da Universidade do Minho.
Gonçalo Regalado, CEO do Banco Português de Fomento, será o orador convidado.
Serão debatidos temas como a internacionalização, o financiamento, a produtividade e a qualificação industrial do setor, que em 2025 foi responsável por 24,2 mil milhões de euros em exportações.
Os trabalhos têm início às 14h30. A conferência contará com dois painéis, o primeiro com a participação de Kathy Fehst, CEO da Siroco; Patrícia Vasconcelos, CEO da Caetano Bus; e Bernardo da Rocha Novo, CEO da Sonae Capital Fitness. O segundo painel terá como participantes Luís Aguiar-Conraria, professor da Universidade do Minho; o economista António Nogueira Leite; e Paulo Rios de Oliveira, administrador da AICEP.
As notas finais estão a cargo de Sérgio Sousa Pinto.
A Universidade do Minho afirma que este setor “é considerado estratégico na reindustrialização europeia, transição energética, defesa, digitalização da economia e ligação indústria-ciência”. Referindo ainda que entre as principais pressões do setor estão a “instabilidade geopolítica, os custos de energia e matérias-primas, a concorrência de mercados pouco exigentes, as cadeias de abastecimento e a descarbonização”.

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