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Um Benfica “kafkiano” e Bruxelas a carregar no IMI. Veja o rating da semana

Um Benfica “kafkiano” e Bruxelas a carregar no IMI. Veja o rating da semana

Marta Lopes Maia, presidente da Fundação Jerónimo Martins | A+
O plano foi apresentado e vai para o terreno já no início deste mês: mais de 100 instituições de Leiria, Marinha Grande e Ourém, afetadas pela tempestade Kristin, vão ser reconstruídas e recuperadas. A Fundação estima beneficiar 12 mil pessoas, sobretudo crianças, idosos e famílias vulneráveis. Iniciativa merece aplausos.

Paulo Rangel, ministro dos Negócios Estrangeiros | A+
É uma grande vitória de Portugal e é importante recordar que a candidatura já tinha sido lançada em 2013 por Paulo Portas. O país superou Alemanha e Áustria e tornou-se membro não-permanente do Conselho de Segurança da ONU para o biénio 2027-28, numa altura em que António Guterres já faz as malas para abandonar o organismo. Paulo Rangel destacou que o maior ativo português é a capacidade de se posicionar como um país “construtor de pontes”. Bem precisamos de países com esse poder.

Rui Costa e José Mourinho, presidente e treinador do Benfica | D
Fazer pior era muito difícil: Rui Costa apostou em José Mourinho para ganhar as eleições e o técnico acabou por expor as fragilidades da estrutura num processo quase “kafkiano” do qual ninguém sai bem. O treinador aparece na campanha para as eleições do Real Madrid já vestido à merengue (enquanto ainda tem contrato com o clube que diz amar) e o presidente fechou o novo treinador pressionado pelas poucas semanas que a equipa tem para se preparar para a nova época.

Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia | D
Com o país atolado em impostos, de Bruxelas chega uma reflexão no mínimo polémica: Portugal “tem uma das mais baixas tributações sobre a propriedade” o que faz com que “muitos proprietários mantenham casas vazias sem grande penalização fiscal”, considera o mais recente Country Report da Comissão Europeia. E qual a solução? Várias mas destacamos duas: o aumento gradual do peso do IMI em detrimento dos impostos de transação e taxas agravadas sobre imóveis desocupados.

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