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“Caderno de Memórias Coloniais” quer “alargar horizontes”

“Caderno de Memórias Coloniais” quer “alargar horizontes”

“Estamos perante um livro sobre o colonialismo e racismo português em Moçambique, escrito por uma dissidente, ou seja uma retornada, e pior, mulher”, lembrou Isabela Figueiredo.

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