Mota-Engil cumpre meta de sustentabilidade com redução significativa de acidentes de trabalho
A Mota-Engil, SGPS anunciou hoje ter alcançado a meta de desempenho de sustentabilidade relativa ao índice de acidentes de trabalho não mortais com baixa, referente a 31 de dezembro de 2025.
Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a construtora informa que o objetivo fixado no prospeto da emissão de Obrigações Ligadas a Sustentabilidade 2021-2026 era de 3,30, tendo o desempenho apurado no final do exercício sido de 1,5.
Este valor, que reflete a frequência de acidentes de trabalho com baixa por milhão de horas trabalhadas, supera amplamente a meta estabelecida na emissão de 110 milhões de euros, com maturidade em 2026 e taxa de juro fixa de 4,25% . O indicador, alinhado com as normas da Organização Internacional do Trabalho (OIT), é um dos principais parâmetros de sustentabilidade do setor da construção, que apresenta uma das taxas de sinistralidade mais elevadas .
A informação consta da Declaração de Sustentabilidade referente ao exercício de 2025, integrada no Relatório Único 2025, divulgado em 27 de março de 2026 e disponível no ‘site’ da empresa.
De acordo com o prospeto aprovado pela CMVM em novembro de 2021, o não cumprimento desta meta implicaria o pagamento de um prémio adicional de 1,25 euros por obrigação no vencimento, previsto para 2 de dezembro de 2026 .
Os dados agora divulgados foram objeto de verificação externa pela PricewaterhouseCoopers & Associados – Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, que emitiu um relatório independente de garantia limitada de fiabilidade, conforme mencionado no Relatório Único 2025 .
O objetivo de redução da sinistralidade insere-se na estratégia de sustentabilidade do grupo, que tem vindo a realizar iniciativas como o “Safety Global Stand Down” – uma paragem global das operações para reforçar a reflexão sobre normas e boas práticas de segurança no trabalho .
A Mota-Engil comprometeu-se ainda a reduzir o índice de acidentes com baixa para 5,0 até 2030 e a aumentar a proporção de mulheres em cargos de gestão para 31% no mesmo horizonte .
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