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UE importa menos energia no 1.º trimestre. EUA e Noruega são maiores fornecedores

UE importa menos energia no 1.º trimestre. EUA e Noruega são maiores fornecedores

O valor a pagar pelos 27 Estados-membros pela compra de energia entre janeiro e março desceu 16,3% face ao período homólogo de 2025, apesar de em alguns períodos do trimestre se ter vivido uma escalada de preços em virtude da guerra Estados Unidos Iraque e do bloqueio do estreito de Ormuz. Não foi, no entanto, suficiente inverter o peso dos preços mais baixos do princípio do ano. 
No petróleo, as importações dos países da União Europeia (UA), primeiro trimestre, mantiveram-se estáveis ​​em comparação com a média mensal de 2025. De acordo com os dados divulgados esta sexta-feira pelo departamento de estatísticas, Eurostat, o valor das importações aumentou ligeiramente: 0,8%, enquanto o volume registou também uma ligeira diminuição: -0,6%. 
Em contrapartida, nas importações de gás natural liquefeito verificou-se o contrário: diminuíram 8,0% em valor, mas aumentaram 2,9% em volume.
No mesmo período, houve uma diminuição nas importações de gás natural em estado gasoso, com quedas tanto em valor (-12,7%) como em volume (-4,0%).
 

Os Estados Unidos e a Noruega afirmam-se como os principais fornecedores de energia aos 27.
No primeiro trimestre, o top 3 de fornecedores de petróleo para a UE ficou assim organizado: Estados Unidos (17,8%), Noruega (16,6%) e Cazaquistão (9,6%).
No GNL – gás natural liquefeito, mais de metade foi importada dos Estados Unidos (57,4%). Outros 17,3% vieram da Rússia e 6,6% do Catar.
No mercado do gás natural em estado gasoso, a Noruega é de longe o principal mercado fornecedor da UE, garantindo 54,4% das importações do bloco. Da Argélia, segundo fornecedor, vieram 18,5% e da Rússia 9,8%.

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