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Millennium Festival ao Largo muda de ‘bairro’ e traz novidades

Millennium Festival ao Largo muda de ‘bairro’ e traz novidades

A 18.ª edição do Millennium Festival ao Largo apresenta 11 propostas de música clássica, ópera e dança, bem como três atividades especialmente dirigidas às famílias, numa programação artística integralmente gratuita e acessível a todos os públicos, sob o mote “Mozart e os seus herdeiros”.
De 3 a 25 de julho, o Festival irá “transformar as noites de Lisboa na grande festa de celebração da música clássica, da ópera e da dança. Mantendo o seu espírito original de proximidade e de acesso inteiramente gratuito, o festival assume nesta edição uma nova e luminosa morada temporária: a praça do museu no Centro Cultural de Belém (CCB)”, realça a organização no programa da edição deste ano.
A mudança de localização deve-se às obras de reabilitação e modernização que estão a decorrer no edifício histórico do Teatro Nacional de São Carlos. E, o que acontece, na prática, é “transformar necessidades em oportunidades”, para usar as palavras de Conceição Amaral, presidente do conselho de administração do OPART, entidade que tutela o Teatro Nacional de São Carlos (TNSC), promotor deste evento anual que, no início de julho, marca a agenda cultural lisboeta.
Sendo o CCB o maior parceiro do TNSC no período em que decorrem as obras, a organização entende ainda que esta é “uma oportunidade feliz de descentralização e de renovação da experiência do espetáculo, preparando o caminho para
o futuro regresso à sua casa original com infraestruturas totalmente renovadas”.
Se a grande novidade é esta mudança de “bairro”, a outra é a capacidade de acolher mais público, duplicando o número de lugares possíveis no Largo de São Carlos, o que permite “garantir todas as condições de segurança, conforto e a elevada qualidade técnica que o público e os artistas exigem”, frisa o programa desta edição.
Com direcção artística do maestro Pedro Amaral, do TNSC, e dos coreógrafos Fernando Duarte, da Companhia Nacional de Bailado, e Rui Lopes Graça, dos Estúdios Victor Córdon, as noites de julho abrem-se às mais relevantes expressões das artes performativas, abrindo, a 3 de julho, com a Sinfonia n.º 2 de Beethoven e a Missa de coroação de Mozart, interpretadas pela Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Coro do Teatro Nacional de São Carlos e um conjunto destacado de solistas, sob a direção do aclamado maestro Renato Balsadonna.
Programa:
4 Jul, Sáb 22.00 e 5 Jul, Dom 21.00 – Così fan tutte (ópera em versão concerto)
8 Jul, Qua 22.00 – Gianni Schicchi (ópera em versão concerto)
11 Jul, Sáb 11.00 – “Quem sai aos seus… não fecha a barbearia!” (oficina para maiores de 4 anos, sujeita a inscrição)
12 Jul, Dom 21.00 – Schubert/Mendelssohn (concerto sinfónico)
17 e 19 Jul, Sex e Dom 22.00 – Companhia Nacional de Bailado (dança)
18 Jul, Sáb 11.30 e 15.30 – “Dois a dois, quem vem depois?” (ateliers para crianças de 2 a 6 anos e de 7 a 12 anos, sujeito a inscrição para prévia)
22 e 23 Jul, Qua e Qui 22.00 – Estúdios Victor Córdon/Território IX (dança)
24 e 25 Jul, Sex e Sáb 22.00 – O barbeiro de Sevilha (ópera em versão concerto)
25 Jul, Sáb 11.00 – “De ouvidos no ar!” (oficina para maiores de 4 anos)
Toda a programação e detalhes aqui.

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