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Comporta supera Algarve no imobiliário de luxo: preços já ultrapassam 15 mil euros por metro quadrado

Comporta supera Algarve no imobiliário de luxo: preços já ultrapassam 15 mil euros por metro quadrado

A região da Comporta assume-se como a principal escolha para a compra de casas de luxo ultrapassando o Algarve, com o preço médio a registar um aumento de cerca de 20% nos últimos cinco anos. Os dados da consultora Athena Advisers apontam que, em 2025, os preços do imobiliário prime na Comporta variaram entre os seis e 10 mil por metro quadrado, podendo ultrapassar os 15 mil euros nas propriedades mais exclusivas da primeira linha de mar.
Para este aumento contribuiu a transformação da Comporta num mercado altamente competitivo, marcado por uma oferta limitada e uma procura crescente. “Esta evolução traduz uma tendência cada vez mais evidente a nível global: no segmento prime, menos é mais”, afirma Luísa Fezas Vital, diretora-geral da Athena Advisers em Portugal.
Por sua vez, o Algarve vê o preço médio do segmento prime a começar nos cinco mil euros por metro quadrado, apesar de uma maior dimensão e diversidade imobiliária na região. Contudo, em em algumas habitações mais exclusivas, o preço pode superar a barreira dos 20 mil euros por metro quadrado.
Em relação aos mercados, os principais destaques na Comporta vão para os investidores do Reino Unido e dos Estados Unidos. Na região, o projeto o Pinheirinho Comporta, promovido pela VIC Properties é um dos que regista maior interesse.
De resto, este projeto está a ser comercializado pela consultora, nomeadamente moradias chave-na-mão com tipologias a partir de T4 e preços a começar nos 4,9 milhões de euros para as unidades ainda disponíveis, numa área de 400 hectares ao longo da costa alentejana.
“A Comporta oferece simplicidade e discrição, atributos raros que estão a redefinir o conceito de luxo, que já não se manifesta na ostentação, mas sim na capacidade de proporcionar uma ligação genuína ao território. Investir no Pinheirinho representa uma oportunidade estratégica num micro-mercado com oferta limitada, onde o solo costeiro é cada vez mais escasso”, refere Luísa Fezas Vital.

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