O leitor e a dor alheia
Em “Ocupação da mãe”, Paola D’Agostino trabalha a própria intimidade, aparece exposta mas sem ser transformada, o que implica que o leitor não tem um papel activo — é, antes, um ouvinte estático.
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Em “Ocupação da mãe”, Paola D’Agostino trabalha a própria intimidade, aparece exposta mas sem ser transformada, o que implica que o leitor não tem um papel activo — é, antes, um ouvinte estático.
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