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Junta de Freguesia de Avenidas Novas nega irregularidades após buscas da PJ

Junta de Freguesia de Avenidas Novas nega irregularidades após buscas da PJ

A Junta de Freguesia de Avenidas Novas afirmou hoje que as buscas realizadas pela Polícia Judiciária no passado dia 3 de julho resultaram de uma denúncia anónima “infundada, falsa e atentatória” do seu bom-nome, garantindo que não foi constituído qualquer arguido e que todos os serviços funcionaram com normalidade.
Em comunicado, a autarquia liderada por Daniel Gonçalves (coligação PSD/CDS-PP/IL) sublinha que as diligências, efetuadas ao abrigo de mandado judicial e na presença de uma procuradora da República, decorreram “no estrito quadro institucional” e tiveram origem numa denúncia anónima cujo teor considera infundado.
“As diligências tiveram origem em denúncia anónima, cujo teor se revela infundado, falso e atentatório do bom-nome da Junta de Freguesia, seu Presidente, seus trabalhadores e dos prestadores de serviços”, lê-se no texto.
A Junta denuncia ainda o que classifica como uma “manobra” coordenada: um prévio aviso a um órgão de comunicação social, em simultâneo com as denúncias, que considera uma tentativa de “amplificar suspeições infundadas”, “orquestrar ruído mediático artificial” e “destruir o trabalho” desenvolvido na freguesia.
As buscas da PJ, noticiadas na sexta-feira, incidiram nos departamentos de licenciamento, aprovisionamento e contabilidade e relacionam-se com contratos celebrados com duas empresas no ano anterior, ainda no anterior mandato da mesma presidência.
No comunicado, Daniel Gonçalves afirma que prestou “total, irrestrita e transparente colaboração” às autoridades, tal como todos os colaboradores envolvidos, reafirmando o “respeito absoluto pelas instituições do Estado de Direito”.
“Para Daniel Gonçalves, a integridade do nosso percurso e a transparência dos nossos atos são o escudo natural contra os ataques daqueles que, impotentes perante o trabalho realizado, recorrem à difamação anónima como arma política”, destaca o texto.
A Junta sublinha que “ninguém foi constituído como arguido, nem sujeito a qualquer medida de coação” e que os serviços mantiveram “plena e absoluta normalidade” durante as diligências, garantindo a continuidade do atendimento aos fregueses.
O presidente reafirma a intenção de exercer o mandato até 2029 “com a mesma determinação inabalável, transparência absoluta e compromisso total com o interesse público”, contando com o apoio de muitos moradores.
A autarquia conclui que não se deixará “condicionar por tentativas de descredibilização” e continuará a trabalhar “com rigor, elevação, dignidade e total dedicação à nossa comunidade”.

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