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CPV, Vila Real, Corrida 2: anti-clímax atrás do Safety Car, triunfo de Carlos Vieira e Hendrik Stil

CPV, Vila Real, Corrida 2: anti-clímax atrás do Safety Car, triunfo de Carlos Vieira e Hendrik Stil

Numa corrida neutralizada duas vezes por Safety Car devido a acidentes, tudo terminou com o anti clímax dos concorrentes a verem a bandeira axadrezada atrás do Safety Car. O triunfo foi para Carlos Vieira/Hendrik Still no Porsche Cayman CS RS da Veloso Motorsport, batendo César Machado e Pedro Salvador no Toyota GR Supra GT4 EVO2 da Speedy Motorsport com Francisco Mora e Rodrigo Almeida (Toyota GR Supra GT4 EVO2/Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal) a terminar no lugar mais baixo do pódio.O triunfo na GT4 PB foi para o quarto classificado da corrida, José Carlos Pires/Francisco Abreu (Toyota GR Supra GT4 EVO2 – Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal). Quinto posto para o vencedor dois TC+, Daniel Teixeira, no Hyundai Elantra N TCR TC+.Sexto posto para António Veloso/Patrick Cunha (Audi R8 LMS GT4) segundos da GT4 PB. Sétimo lugar para André e Miguel Nabais (Toyota GR Supra GT4 EVO2) , segundos do GT4 Bronze, oitavo para Luis Aguiar/Rafael Rajani (McLaren Artura GT4/SMC Motorsport) e a fechar o top 10 Ruben Vaquinhas (Aston Martin Vantage AMR GT4) vencedor do GT4 AM e Gabriel Caçoilo/Angel Santos (Ligier JS2 R/PetroGold) vencedores dos GTX.
Filme da corridaPedro Salvador (Toyota GR Supra GT4 EVO2/Speedy Motorsport) arrancou bem na frente, vindo o quarto posto, Hendrik Still (Porsche Cayman CS RS/Veloso Motorsport) passou para 2º após o arranque, no final da 1ª volta os dois homens da frente estavam separados por apenas 0.490s. Em terceiro, Francisco Abreu (Toyota GR Supra GT4 EVO2/Toyota Gazoo Racing Caetano Portuga) terminou a 1ª volta a 1.490s Duas voltas depois as posições mantinham-se mas Abreu já estava a 2.713s da frente. No quarto posto, Rodrigo Almeida (Toyota GR Supra GT4 EVO2/Toyota Gazoo Racing Caetano Portugal tinha subido a a 4º na 1ª volta, Bruno Pires (Porsche 718 Cayman GT4 RS CS) Speedy Motorsport a 5º também na 1ª volta enquanto Patrick Cunha (Audi R8 LMS GT4) caía para o sexto posto.
Na quarta volta, na parte de trás do pelotão, Vitor Costa (Monteiros Competições/Porsche 911 Cup) e Michel Fernandes (Peugeot 308 GTi TCR) desentenderam-se à saída da chicane da Araucária e embateram com violência nos rails no lado esquerdo após a chicane, levando à entrada do Safety Car, que neutralizou a corrida.Mais tarde, após a troca de pilotos, em entrevista, Pedro Salvador insurgiu-se face à não paragem da corrida: “não termos uma bandeira vermelha com a dimensão do acidente, com que fomos confrontados é algo que ao fim de 30 anos de corridas eu não pensei ser possível. É inadmissível, incompreensível, não há justificação nenhuma para a corrida não ter parado, com uma bandeira vermelha.Perdemos o que podia ter sido uma boa corrida, eu sei qual é, a justificação é o horário do TCR, mas isso não existe. Estar parado na pista por não ter por onde passar e não existir uma bandeira vermelha, é o registo que levo da corrida de hoje. Não é admissível”.
Tendo em conta o tempo perdido na retirada dos carros e limpezas da pista, a janela de troca de pilotos foi, logicamente, adiada, recomeçou na volta 7, faltam pouco mais de 26 minutos para o final. Com a grelha toda junta, claro.Na volta 8 Salvador e Still estavam separados por 0.695s com Patrick Cunha 555 já a 2.779s, depressa perdendo contato com os dois homens da frente. Bruno Pires era quarto, a cerca de segundo e meio de Patrick Cunha.O duo da frente ‘cavava’ margem para o terceiro classificado, no começo da volta nove, 0.370s e Patrick Cunha já a 4.400s.Nessa altura começaram as janelas de idas às boxes para troca de pilotos, faltavam 21 minutos para a contenda terminar.
Na volta 12, Vasco Oliveira deu um toque nos rails e teve de parar em pista, o que levou o novo Safety Car. Depois das idas às boxes, entre os homens da frente, Carlos vieira entrou para o lugar de Hendrik Still no Porsche Cayman #888 com César Machado, que substituiu Pedro Salvador no Toyota #4. Francisco Mora substituiu Rodrigo Almeida no Toyota #26 e logo atrás, José Carlos Pires, no Toyota #11, por troca com Francisco Abreu. E assim ficou, porque o Safety Car manteve-se em pista e a direção de Prova declarou que esta iria terminar sob Safety Car, sem que pudesse haver uma luta final por posições.
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