F1 GP da Bélgica: Toto Wolff feliz com pole, mas incerto que se traduza em vantagem para amanhã
Toto Wolff não consegue esconder o orgulho que sente por ver o seu jovem protegido a brilhar esplendorosamente no difícil mundo da F1. O bom trabalho da Mercedes, aliado ao talento do jovem italiano, que se adaptou na perfeição aos novos regulamentos, permitem uma parceria de sucesso. Wolff comentou a qualificação de hoje e, apesar de ter ficado preocupado na primeira volta da Q3, viu o resultado desejado na volta final-
Em declarações à Sky Sports, Wolff fez o balanço da prestação de Antonelli:
“No início, aquela primeira volta [na Q3] não foi nada emocionante devido ao sobreaquecimento dos pneus. Foi do tipo: ‘Para onde foi toda aquela vantagem?’ Depois, devagar, mas com segurança, [Antonelli] foi recuperando terreno, a temperatura da pista baixou um pouco e, no final, foi dominante.»
Para amanhã, Wolff avisou que a pole não é sinónimo de vitória em Spa, apesar da estatística sorrir a quem sai de primeiro:
«É muito difícil de prever. Estar na pole aqui é ótimo no sábado, mas não tenho a certeza se gostaria de estar na pole ao passar ppor Eau Rouge pela primeira vez. Vão estar-lhe colados ao rabo”.
Já do lado de George Russell, a falta de andamento exige investigação por parte de piloto de engenheiros, com Wolff a reconhecer que o britânico perder muito tempo nas retas:
“Depois, no que diz respeito ao George, precisamos de descobrir [os problemas]. Há algumas perdas nas curvas, mas também há perdas consideráveis nas retas, e temos tentado descobrir o que se passa, sem conseguir até agora. Portanto, o principal objetivo vai ser ter dois carros capazes de correr na frente.”
Foto: Philippe Nanchino /MPSA
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