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Kris Meeke liderou o shakedown do Rali da Madeira

Kris Meeke liderou o shakedown do Rali da Madeira

Kris Meeke-Stuart Loudon (Toyota Gr Yaris Rally2) foram os mais rápidos nos shakedown do Rali da Madeira, e os únicos a baixar do segundo 50 nos 3.35 Km do troço de Cardais. A dupla do Yaris realizou 1:49.9 na sua terceira passagem, depois de terem sido os mais rápidos nas duas primeiras, e bateram Giandomenico Basso-Lorenzo Granai (Skoda Fabia Rs Rally2) por 0.1s depois do italiano ter feito uma quarta passagem e tirado nove décimos ao seu melhor tempo, que no final da terceira passagem era apenas o terceiro melhor registo a atrás de Miguel Nunes-João Paulo (Skoda Fabia Rs Rally2) que tinham ficado a 0.7s de Meeke.
Diego Ruiloba-Angel Vela (Citroen C3 Rally2) foram quartos a 1.2s, na frente de Armindo Araújo-Luís Ramalho (Skoda Fabia Rs Rally2), um décimo mais atrás, a 1.3s de Meeke, sendo os melhores do CPR. Seguiram-se Rúben Rodrigues-Rui Raimundo (Toyota Gr Yaris Rally2) a 1.5s da frente, Alexandre Camacho-Pedro Calado (Skoda Fabia Rs Rally2) a 1.6s, José Pedro Fontes-Inês Ponte (Lancia Ypsilon Rally2) a 1.9s, Pedro Meireles-Mário Castro (Skoda Fabia Rs Rally2) a 2.3s e Ricardo Teodósio-José Teixeira (Citroen C3 Rally2) a 2.4s. João Silva-Luis Rodrigues (Toyota Gr Yaris Rally2) foram 11º a 3.1s.
Como sempre, em todos os shakedown, apesar de despertarem grande interesse junto dos adeptos e da comunicação social, os tempos registados interessam relativamente pouco às equipas e aos pilotos no panorama competitivo real. O objetivo principal desta tomada de contacto prévia não passa por liderar a tabela de tempos, mas sim por testar exaustivamente o comportamento mecânico, validar soluções de afinação e garantir que os carros estão perfeitamente preparados para as dificuldades dos troços cronometrados.O shakedown é apenas uma ferramenta de diagnóstico e afinação.Durante estas passagens inaugurais, o foco central dos concorrentes reside em verificar o rendimento das viaturas em condições reais de estrada. Mesmo que os tempos acabem por evidenciar algumas tendências de velocidade e permitam antecipar algum do nível de competitividade, a prioridade absoluta técnica difere consoante a situação de cada equipa e por isso nunca se deve tirar conclusões. Só mesmo quando o cronómetro conta a sério, ou seja, daqui a 24 horas, pois a super especial da Avenida do Mar é muito mais espetáculo e evitar erros, do que outra coisa qualquer.

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