Depois de 8 anos no setor imobiliário, Nelson Galhofo dá o maior passo da sua carreira e lança a GALHOFO REAL ESTATE
Há momentos em que um percurso profissional deixa de se medir apenas pelos resultados alcançados e passa a ser orientado pela vontade de criar uma nova identidade. Para Nelson Galhofo, essa mudança traduz-se na criação da GALHOFO REAL ESTATE, uma marca própria que reúne a experiência acumulada ao longo de oito anos no setor imobiliário e uma estratégia de crescimento sustentado.
O projeto resulta da experiência acumulada ao longo de quase uma década na RE/MAX, onde Nelson Galhofo alcançou o Top 3 nacional, e da convicção de que chegou o momento de transformar um percurso individual numa empresa com identidade, cultura e estratégia próprias.
O investimento inicial ascende a dois milhões de euros e será aplicado na abertura das primeiras lojas, em tecnologia, comunicação, recrutamento, formação e desenvolvimento da marca. As primeiras unidades deverão abrir em Lisboa e no Porto, em Outubro de 2026, estando prevista, numa fase inicial, a integração de cerca de 30 consultores.
Mais do que os números, a decisão representa uma mudança de posicionamento. Depois de construir uma carreira, Nelson Galhofo pretende agora criar uma organização capaz de crescer para além do percurso e da notoriedade do seu fundador. “Durante oito anos construímos resultados. Agora chegou o momento de construir uma marca.” Para o empresário, o percurso realizado foi a base necessária para esta nova etapa. “O sucesso nunca foi o destino final. Foi a preparação para dar este passo.”
A criação da GALHOFO REAL ESTATE representa também uma mudança de escala nas responsabilidades assumidas. Além da atividade comercial, o novo projeto implica definir uma estratégia empresarial, desenvolver equipas, consolidar uma cultura organizacional e investir na experiência do cliente. “Não saímos para mudar de logótipo. Saímos porque acreditamos que o mercado imobiliário português pode exigir mais de todos nós.”
Num setor onde o crescimento é frequentemente medido pelo número de consultores, agências ou transações, a nova marca pretende diferenciar-se através da qualidade das equipas e da valorização dos profissionais. “Não queremos ser conhecidos pelo número de consultores. Queremos ser reconhecidos pela qualidade dos profissionais que escolhem construir carreira connosco.”
Essa aposta passa por um investimento contínuo em formação, acompanhamento e ferramentas de trabalho, procurando criar condições para o desenvolvimento dos consultores e para um crescimento sustentado da empresa.
“Não vim criar mais uma imobiliária. Vim construir uma empresa que obrigue o mercado a evoluir.”
5 perguntas a Nelson Galhofo
Como fazer a diferença?
Hoje em dia toda a gente fala em diferenciação. O problema é que quase todos acabam por fazer exatamente a mesma coisa. No imobiliário habituámo-nos a copiar modelos, repetir discursos e aceitar que “é assim que o mercado funciona”. Eu nunca aceitei isso. A diferença nunca esteve em vender casas. Isso é apenas a consequência. A diferença está na forma como pensamos, na exigência com que trabalhamos e na capacidade de criar uma experiência que o cliente nunca esquece. Não acredito que as empresas se distingam pelo logótipo ou pelo tamanho. Distinguem-se pela coragem de tomar decisões que os outros evitam. Se fizer exatamente o que toda a gente faz, serei apenas mais um. E eu nunca tive qualquer interesse em ser mais um.
Qual a hora de arriscar?
As pessoas passam demasiado tempo à procura do momento certo. A verdade é que esse momento nunca chega. O único momento que existe é aquele em que decides acreditar mais na tua visão do que no medo. Quando decidi investir dois milhões de euros num projeto próprio, não tinha garantias. Tinha convicção. Quem espera pelas condições perfeitas acaba quase sempre a trabalhar para quem decidiu avançar antes. Prefiro assumir o risco de falhar por excesso de ambição do que viver confortável sabendo que nunca tentei construir algo verdadeiramente relevante.
Como desafiar o mercado imobiliário?
O mercado imobiliário português não precisa de mais empresas. Precisa de empresas que obriguem o setor inteiro a subir o nível. Durante muitos anos normalizou-se a mediocridade: responder tarde, investir pouco em marketing, formar pouco e colocar a comissão à frente do cliente. Quando uma prática errada é repetida durante demasiado tempo, começa a parecer normal. Mas continua errada. Não queremos ser conhecidos apenas por vender imóveis. Queremos ser reconhecidos por elevar o padrão da profissão.
A coragem é mais fácil acompanhada de sucesso?
Toda a gente gosta da coragem… depois de ela resultar. Antes disso chamam-lhe loucura, irresponsabilidade ou excesso de confiança. É fácil elogiar quem venceu. Difícil é acreditar quando ainda ninguém sabe o desfecho. A coragem não nasce do sucesso. O sucesso costuma ser apenas a recompensa de quem tomou decisões que os outros não tiveram coragem de assumir. Nunca tomei decisões para agradar. Tomei decisões para construir.
Como resumir esta fase de mudança numa palavra?
INCONFORMISMO. Nunca mudei porque estava insatisfeito. Mudei porque sabia que era possível construir algo muito melhor. Nunca tive ambição de abrir apenas uma imobiliária. A minha ambição é construir uma empresa que continue a existir quando eu já cá não estiver, reconhecida pela cultura, pela exigência, pelas pessoas que forma e pela influência positiva que deixa no mercado. Vender imóveis é uma profissão. Construir uma marca é um legado.
Mensagem final
Vivemos numa época em que toda a gente procura parecer maior. Eu procuro ser melhor. Nunca tive a ambição de criar a maior imobiliária de Portugal. Tenho uma ambição muito mais difícil: construir uma empresa que obrigue o mercado inteiro a evoluir. Daqui a alguns anos, ninguém se vai lembrar de quem vendeu mais uma casa. Mas o mercado vai lembrar-se de quem teve coragem para mudar a forma
Este conteúdo foi produzido em parceria com o Nelson Galhofo.
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