Entrada do Estado na REN dá influência, mas não baixa diretamente tarifas, diz o ex-presidente da ERSE
A entrada do Estado no capital da REN, através de uma participação de 13,7%, poderá reforçar a influência sobre decisões estratégicas, mas não lhe dará o controlo da empresa e não baixará diretamente as tarifas, considera Vítor Santos, antigo presidente da ERSE.
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