Financiamento imobiliário alternativo da Wecity cresce 12% em Portugal para 13,35 milhões até agosto
A plataforma espanhola de financiamento colaborativo imobiliário Wecity anunciou em comunicado que registou em apenas sete meses de 2026 o seu melhor ano de sempre no mercado português, ao atingir 13,35 milhões de euros financiados e superar o total registado em todo o ano transato.
O montante angariado entre janeiro e meados de agosto representa um crescimento de cerca de 12% face aos 11,9 milhões de euros mobilizados ao longo de todo o ano de 2025.
Segundo a empresa, o volume reportado diz respeito a 13,35 milhões de euros canalizados para 10 projetos imobiliários localizados em Lisboa, Porto, Madeira, Figueira da Foz e Sines. Os empreendimentos financiados no período apresentaram uma rentabilidade média anual de 11,8% e um prazo médio de investimento de 12,3 meses.
“A Wecity – plataforma de financiamento colaborativo imobiliário líder em rácio de reembolsos no mercado europeu (58%) – registou o melhor desempenho desde a sua entrada em Portugal, tendo já financiado, em 2026, 13,35 milhões de euros através de 10 projetos imobiliários localizados em Lisboa, Porto, Madeira, Figueira da Foz e Sines”, lê-se no comunicado.
“Estes resultados demonstram que o financiamento colaborativo imobiliário está cada vez mais consolidado como uma alternativa credível e eficiente para apoiar o desenvolvimento do mercado imobiliário em Portugal”, afirmou Antonio Mañas, CEO e cofundador da Wecity, em comunicado enviado à imprensa.
A Wecity, que opera como uma plataforma digital regulada ligando promotores e investidores, explica que tem procurado posicionar-se como uma alternativa ágil de financiamento complementar à banca tradicional no setor imobiliário.
A fintech apresenta uma taxa de reembolso de empréstimos de 58%, o rácio mais elevado no mercado europeu de financiamento colaborativo.
Geograficamente, a atividade em Portugal dividiu-se este ano por três projetos no Porto (Río Duero II, Puente Luis I e Raízes), dois em Lisboa (Marquês de Pombal II e Palácio de Justiça), dois na Madeira (Aurora I e Aurora II), dois na Figueira da Foz (Boat Cais I e Boat Cais II) e um em Sines (Mar Salgado).
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