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Cabaz alimentar sobe 1,48 euros numa semana

Cabaz alimentar sobe 1,48 euros numa semana

O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste voltou a encarecer na última semana. Entre 12 e 19 de agosto, o preço dos 63 bens alimentares essenciais acompanhados pela organização aumentou 1,48 euros, ou 0,59%, para 253,55 euros.
A subida foi impulsionada sobretudo pelo aumento do preço do atum em posta em óleo vegetal e da farinha para bolos. Num período de apenas uma semana, estes produtos ficaram 16% e 10% mais caros, respetivamente.
No caso do atum, o preço aumentou 22 cêntimos, passando para 1,59 euros. Já a farinha para bolos registou uma subida de 17 cêntimos por embalagem, para 1,83 euros.
Entre os produtos que mais aumentaram de preço em termos percentuais na última semana estão ainda o feijão-manteiga, que subiu 10%, o café torrado moído, com uma subida de 9%, e os cereais integrais, que ficaram 8% mais caros.
Cabaz está quase cinco por cento mais caro desde janeiro
Apesar da subida semanal, a evolução do preço do cabaz torna-se mais expressiva quando comparada com o início do ano. Na primeira semana de 2026, a 7 de janeiro, era possível comprar os mesmos 63 produtos por 11,73 euros menos, o equivalente a uma diferença de 4,85%.
Entre os produtos que mais encareceram desde o início do ano destacam-se a couve-coração, cujo preço aumentou 32%, o arroz carolino, com uma subida de 30%, e a dourada, também 30% mais cara.
A evolução é ainda mais significativa quando comparada com o início da monitorização da DECO PROteste. Desde 5 de janeiro de 2022, o mesmo cabaz ficou 65,85 euros mais caro, uma subida de 35,08%.
Nesse período, os maiores aumentos percentuais foram registados na carne de novilho para cozer, que encareceu 119%, na couve-coração, com uma subida de 95%, e no bacalhau graúdo, cujo preço aumentou 85%.
A monitorização da DECO PROteste acompanha semanalmente a evolução dos preços de 63 produtos alimentares considerados essenciais, permitindo comparar o custo do mesmo cabaz ao longo do tempo.

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