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Chega ameaça Governo com moção de censura, PS afasta e IL apela à estabilidade

Chega ameaça Governo com moção de censura, PS afasta e IL apela à estabilidade

O presidente do Chega admitiu, esta sexta-feira, 28 de agosto, avançar com moção de censura ao Governo na próxima semana. Segundo o que apurou o Jornal Económico (JE) será pouco provável que a moção de censura venha a ser aprovada. PS considerou este cenário distante, a IL referiu que o país precisa de estabilidade e não de mudar sempre de Governo. Já o PCP que existem “instrumentos que naturalmente não” colocam “de parte”.
O líder parlamentar do PS, Eurico Brilhante Dias afirmou que “estamos longe desse cenário”. “Não porque não possa ser equacionada, mas longe porque se vier a ser equacionada serão os órgãos do partido a tomar a decisão”, acrescentou.
Pedro Pinto, do Chega,  tinha afirmado ao JE que achava que “o Governo é que deveria apresentar uma moção de confiança porque é um Executivo no qual os portugueses já não confiam”. “Um Governo que continua a ter um ministro como Luís Neves, tira toda a credibilidade quer ao Governo, quer à instituição Polícia Judiciária, quer às instituições em Portugal. É um governo que não é responsável”, afirmou o líder parlamentar do Chega
Por sua vez, Mário Amorim Lopes, presidente do grupo parlamentar da Iniciativa Liberal, foi permptório e indicou que não se pode “desconsiderar o que foram os votos dos portugueses”. O responsável acrescentou que respeitar o voto dos portugueses [nas últimas eleições legislativas] mas gostaríamos que tivessem votado mais na Iniciativa Liberal a ponto de formarmos Governo”, e acrescentou: “o país precisa de estabilidade e se estivermos sempre a mudar de Governo não conseguimos mudar o país”
À esquerda, o PCP apontou que “esta política [do Governo] tem de ser derrotada porque não serve os interesses das populações”. “Todos os instrumentos da Assembleia da República são para ser utilizados. Há um conjunto de instrumentos que naturalmente não pomos de parte”, disse a a presidente do grupo parlamentar dos comunistas. Santos acrescentou críticas à polícia seguida pelo Governo de Montenegro, classificando-a de “desastrosa para a vida das pessoas”
 

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