F1: Risco de Calor no GP de Itália obriga a mudanças
A Fórmula 1 chega este fim de semana a Monza com uma preocupação extra para o fim de semana: o calor. A FIA emitir um “Heat Hazard” para o Grande Prémio de Itália, ou seja, risco de calor, depois de as previsões apontarem para temperaturas acima dos 31 °C. Isso implica a ativação de um protocolo específico, pensado para situações em que a exigência física de pilotar um monolugar se torna tão relevante quanto a própria competição em pista.
Medidas previstas para o fim de semana
Em termos práticos, os pilotos vão ter à disposição, desde o início do fim de semana, ventiladores, coletes refrigerantes e zonas de sombra junto à grelha de partida. Durante as sessões em pista, poderão ainda recorrer a um sistema de arrefecimento do cockpit, homologado pela FIA, que funciona através da circulação de líquido refrigerado por tubos integrados num colete usado sob o macacão — ajudando a manter a temperatura corporal controlada enquanto conduzem.
Este equipamento não é, no entanto, obrigatório. Cada piloto pode optar por não o usar, mas nesse caso o regulamento exige que transporte um lastro equivalente ao peso do sistema, evitando assim que a decisão de o dispensar se traduza numa vantagem competitiva por via do peso do carro.
A supervisão médica também sai reforçada: passam a ser obrigatórias avaliações médicas depois de cada sessão, ao longo de todo o fim de semana, complementadas por espaços dedicados ao arrefecimento dos pilotos logo após saírem da pista.
Foto: Getty Images / Red Bull Content Pool
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