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Preço fixo de táxi no Aeroporto de Lisboa melhora transparência do serviço, realça Turismo de Lisboa

Preço fixo de táxi no Aeroporto de Lisboa melhora transparência do serviço, realça Turismo de Lisboa

A Associação Turismo de Lisboa (ATL) considerou hoje que o protocolo que fixa o preço nos táxis a partir do Aeroporto de Lisboa melhora a transparência do serviço e a experiência da chegada à capital e valoriza os profissionais.
“Consideramos muito positiva a implementação de um preço fixo para o serviço de táxi no Aeroporto de Lisboa. É uma medida que reforça a transparência, dá maior segurança ao visitante e contribui para uma experiência de chegada mais simples e previsível”, sublinhou António Valle, diretor-geral da ATL, citado em comunicado.
Para António Valle, a adoção de um preço fixo nas viagens de táxi a partir do Aeroporto Humberto Delgado beneficia todos, desde os visitantes que chegam a Lisboa, os residentes que regressam a casa e os profissionais de táxi, “que passam a prestar um serviço assente em regras mais claras e numa relação de maior confiança com os passageiros”.
A posição surge no dia em que é assinado o protocolo de Cooperação e Autorregulação para o Serviço de Táxi no Aeroporto Humberto Delgado, envolvendo o município de Lisboa, a Associação Nacional dos Transportes Rodoviários em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), a Federação Portuguesa do Táxi (FPT), a Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a ANA – Aeroportos de Portugal.
Para o responsável, a medida deve ser entendida “como parte de uma ambição mais ampla para o turismo em Lisboa”, considerando que a qualidade da experiência de quem visita o destino “não começa no hotel ou nos locais turísticos, mas sim no momento da chegada”.
“Lisboa é hoje uma das principais portas de entrada turística da Europa e temos a responsabilidade de garantir que quem nos visita encontra, desde o primeiro momento, qualidade, confiança e profissionalismo”, sublinhou.
Segundo o responsável, a experiência turística começa no aeroporto e o organismo que representa quer que a mesma “comece bem”, lembrando que não se pode “ambicionar um turismo de excelência sem garantir excelência à porta de entrada da cidade”.
O diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa destacou também o impacto positivo da previsibilidade do preço para todos os passageiros, incluindo os residentes que regressam à cidade.
“Um preço previamente definido beneficia todos: o visitante que chega a Lisboa, o residente que regressa a casa e os próprios profissionais de táxi, que passam a prestar um serviço com regras mais claras e uma maior confiança por parte dos passageiros”, frisou.
António Valle considera ainda que o protocolo valoriza o papel dos taxistas enquanto primeiro ponto de contacto de muitos visitantes com a cidade.
O sistema de vouchers emitidos pela Associação do Turismo de Lisboa organiza os destinos no concelho de Lisboa em duas zonas: nos dias úteis, entre as 07:00 e as 22:00, o preço é de 16 euros para a zona 1 e de 19 euros para a zona 2, incluindo o transporte de até quatro passageiros e a bagagem normalmente acondicionável.
Aos fins de semana, feriados nacionais e no período noturno, entre as 22:00 e as 07:00, os valores são de 20 ou 23 euros consoante seja para a zona 1 ou 2.
Para veículos com capacidade superior a quatro lugares, quando transportem efetivamente mais de quatro passageiros, o valor é de 20 euros para a zona 1 e de 23 euros para a zona 2. Aos fins de semana, feriados nacionais e durante o período noturno, os preços passam para 24 euros e 28 euros, respetivamente.
A zona 1 integra as freguesias de Alvalade, Areeiro, Avenidas Novas, Beato, Lumiar, Marvila, Olivais, Parque das Nações, Penha de França e Santa Clara.
A zona 2 abrange Ajuda, Alcântara, Arroios, Belém, Benfica, Campolide, Campo de Ourique, Carnide, Estrela, Misericórdia, Santa Maria Maior, Santo António, São Domingos de Benfica e São Vicente.
O preço indicado no voucher é fechado e definitivo, não sendo admitida a cobrança de suplementos adicionais.
O valor do serviço é definido e publicitado autonomamente pela Associação do Turismo de Lisboa e já se encontra em utilização.
A sua adoção no âmbito do protocolo tem natureza referencial e voluntária, não correspondendo a uma tarifa administrativamente fixada pelo Município de Lisboa

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