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Employee Benefits: o papel dos responsáveis de RH na proteção financeira dos trabalhadores

Employee Benefits: o papel dos responsáveis de RH na proteção financeira dos trabalhadores

Nos últimos anos, tem havido um reforço expressivo dos benefícios de grupo ligados à saúde, educação, bem-estar e qualidade de vida. Ainda assim, continua a existir uma oportunidade clara de evolução na proteção financeira dos trabalhadores.
Se um trabalhador da sua empresa ficasse incapacitado, o pacote de benefícios de grupo cobriria essa situação? É uma pergunta simples, mas que muitos responsáveis de recursos humanos têm dificuldade em responder.
Mesmo as empresas que oferecem seguros de Vida grupo nem sempre têm as coberturas corretas. A proteção em caso de doença grave, por exemplo, continua frequentemente associada ao capital do seguro de Vida, quando poderia assumir uma natureza autónoma, com capitais próprios, mais alinhados com as necessidades reais dos trabalhadores.
Em situações mais sensíveis, por exemplo, como uma incapacidade permanente ou uma doença grave, os benefícios disponibilizados por muitas empresas ainda não respondem de forma completa à perda de rendimentos associada a esses cenários.
A evolução dos seguros de Vida Grupo na arquitetura de Employee Benefits
Neste contexto, os seguros de Vida grupo assumem um papel cada vez mais central na arquitetura de Employee Benefits das empresas mais focadas na atração e retenção de talento. Por exemplo, substituir o seguro de saúde coletivo por uma apólice de Vida Grupo com cobertura de hospitalização pode reduzir os encargos da empresa, aumentando a proteção.
A escolha, porém, não tem de ser binária. Saúde e Vida Grupo respondem a necessidades complementares: um cobre os cuidados médicos no imediato, o outro protege o rendimento e o futuro financeiro do colaborador e da sua família. Combiná-los de forma inteligente é, cada vez mais, o padrão das organizações mais empenhadas na proteção dos seus trabalhadores.
O valor do aconselhamento especializado na construção de benefícios robustos
O papel dos mediadores e brokers de seguros tem vindo a ganhar uma nova dimensão pela sua capacidade de antecipar vulnerabilidades e apoiar as empresas na construção de programas de benefícios mais robustos.
Por exemplo, existe um pormenor técnico nas apólices de invalidez que raramente recebe a atenção que merece. A maioria das apólices no mercado apenas cobre Invalidez Total e Permanente a partir dos 60% de incapacidade. O problema é que muitas condições oncológicas e outros acidentes reduzem significativamente a capacidade de trabalho, mas ficam classificados abaixo desse limiar. A consequência é que o trabalhador perde rendimento, mas a cobertura não o protege financeiramente.
Felizmente, já existem no mercado soluções que fixam esse limiar nos 55%, em vez dos habituais 60%, que fazem uma diferença concreta na vida das pessoas, e que deveriam ser uma referência na construção de qualquer programa de proteção.
Os Employee Benefits são uma prioridade estratégica para atrair, motivar e reter colaboradores. É essencial trabalhar com parceiros que conheçam este mercado em profundidade e que sejam capazes de aconselhar soluções mais completas.
Quando foi a última vez que reviu as coberturas reais do pacote de benefícios da sua empresa?

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