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Bosch fecha primeiro semestre com crescimento de 3,6% na faturação para 46,4 mil milhões de euros

Bosch fecha primeiro semestre com crescimento de 3,6% na faturação para 46,4 mil milhões de euros

O grupo Bosch fechou o primeiro semestre do ano com uma faturação de 46,4 mil milhões de euros, mais 3,6% do que no período homólogo. O EBIT operacional da empresa registou uma ligeira descida para os 2,2 mil milhões de euros.
Em comunicado, a empresa refere que o negócio de climatização (HVAC), adquirido à Johnson Controls e à Hitachi, contribuiu com cerca de dois mil milhões de euros para o crescimento das vendas da empresa.
Markus Forschner, diretor financeiro e vice-presidente do Conselho de Administração da Bosch, afirmou que “após um sólido crescimento das vendas durante a primeira metade do ano, enfrentamos a reta final de 2026 numa posição favorável, embora seja necessário encerrar o exercício com um desempenho forte”.
“Por isso, continuamos a implementar de forma determinada os ajustamentos estruturais e as medidas de redução de custos já iniciadas, com o objetivo de continuar a realizar investimentos estratégicos em tecnologias emergentes e aproveitar as oportunidades de crescimento” refere.
Por áreas, o negócio da Mobilidade registou uma faturação de 27,8 mil milhões de euros, menos 0,5%. Já a área de tecnologia industrial aumentou 6,8% para 3,4 mil milhões de euros. Os bens de consumo registaram uma diminuição de 2,9%, para 9,6 mil milhões de euros, enquanto a área de tecnologia de energia de edifícios aumentou 45,9% para 5,4 mil milhões de euros.
Por regiões, a Europa apresentou um aumento nas vendas de 1,4%, para 22,4 mil milhões de euros, nas américas a faturação chegou aos 9,4 mil milhões de euros e na ásia-pacífico cresceram 5,9% para 14,6 mil milhões de euros.
Perante a economia mundial, a empresa perspetiva que os seus resultados serão afetados pela incerteza mundial. Contudo, no setor automóvel, a empresa prevê uma redução da produção mundial de automóveis de passageiros e veículos comerciais ligeiros, ao mesmo tempo que antecipa um ligeiro crescimento na produção de veículos comerciais pesados.
“Apesar da incerteza global, a Bosch continua a executar de forma rigorosa a sua estratégia de crescimento, aproveitando as oportunidades proporcionadas pelas novas tecnologias, novas áreas de negócio e mercados emergentes”, explicou Forschner.

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