A carregar agora

Hugo Lopes: “Tendo em conta como comecei e terminei este rali, estou muito feliz com a evolução”

Hugo Lopes: “Tendo em conta como comecei e terminei este rali, estou muito feliz com a evolução”

Hugo Lopes destaca recuperação de confiança e evolução no fecho do Rallye Casinos do Algarve
Hugo Lopes e Magda Oliveira, aos comandos de um Hyundai i20 N Rally2, encerraram o top 10 do Rallye Casinos do Algarve, cumprindo o objetivo central de terminar a prova, acumular quilómetros em pisos de terra e recuperar a confiança após os recentes contratempos competitivos.A dupla enfrentou um rali exigente e pautado pela dureza das classificativas algarvias, adotando uma abordagem pragmática focada na progressão constante do andamento ao longo das especiais.

Balanço positivo do fim de semana competitivoNo rescaldo da prova, Hugo Lopes sublinhou a importância de alcançar a linha de chegada e fazer o balanço da evolução sentida ao longo dos dois dias de competição: «Sim, cumprimos o principal objetivo, que era fazer quilómetros, voltar a ganhar confiança e chegar ao fim. Cumprimos essa meta. Em termos de resultado, ficou um pouco aquém da expectativa que tínhamos, mas, na posição em que parti para este rali e com tudo o que se passou, estou muito contente com este final. Conseguimos fazer troços e tempos interessantes, mesmo agora na Power Stage.»
O piloto detalhou ainda as dificuldades sentidas na gestão do ritmo durante a tarde de sábado, apontando o impacto de um contratempo mecânico e a posterior recuperação na Power Stage: «Infelizmente, tive um furo logo no primeiro troço da tarde, que era onde tinha mais expectativas, uma vez que depois do acidente ainda me faltava um bocadinho de confiança e passar por troços já conhecidos ajudava. Tive de fazer uma gestão de pneus, porque fiquei sem dois e fui obrigado a gerir. Depois, parti para a Power Stage a pensar apenas em chegar ao fim, mas o ritmo foi fluindo e o tempo apareceu. Isso deixa-me contente, acabar assim e recuperar a confiança. Sem dúvida que foi ótimo. Costuma-se dizer que os ralis só deviam começar quando estão a acabar, mas acho que na posição em que comecei este, isso ainda se nota mais.»
A superação do impacto psicológico recenteAbordando o contexto anímico decorrente do acidente de Chaves, Hugo Lopes descreveu o desafio psicológico inerente ao regresso aos troços de terra: «É um grande baque psicológico quando se vem de uma situação daquelas e se chega aqui. Só quem passa por isso é que percebe de certeza, porque é muita coisa em jogo e temos de pensar sempre no fim.»
Questionado sobre as circunstâncias que rodearam o acidente o piloto focou-se no presente da equipa: «Não se tem tempo para pensar em nada. O principal era perceber se a Magda estava bem. Quando ela me diz que está bem… Depois tentar perceber o que aconteceu. Mas agora, isso importa pouco. Já passou. Agora recuperei a confiança. Admito que inicialmente, nas zonas rápidas principalmente, e este é um rali muito rápido, onde isso era muito necessário, eu ‘cortava-me’ imenso. Mas sinto que agora não, agora está bem melhor.» No final, Hugo Lopes reforçou a satisfação global com o percurso efetuado, sintetizando o sentimento no final do rali: «Tendo em conta a forma como comecei este rali e como o terminei, estou muito feliz com a nossa evolução.»
The post Hugo Lopes: “Tendo em conta como comecei e terminei este rali, estou muito feliz com a evolução” first appeared on AutoSport.

Share this content:

Publicar comentário