OpenAI negoceia com fundos dos Emirados Árabes Unidos financiamento de 30 mil milhões
A OpenAI, a segunda cotada mais valiosa do mundo atrás da Anthropic, está em negociações com fundos de investimento dos Emirados Árabes Unidos, onde se inclui a MGX, para entrarem numa ronda de financiamento estimada em 30 mil milhões de dólares (26,4 mil milhões de euros), avançou a Bloomberg, na segunda-feira 5 de outubro, citando fontes conhecedoras do processo.
Na ronda de investimento pode participar também a BlackRock, avançou também a agência noticiosa, enquanto que os fundos dos Emirados Árabes Unidos mostraram disponibilidade em avançar até 10 mil milhões de dólares (8,9 mil milhões de euros) como parte de um consórcio.
Já tinha sido reportado pela Bloomberg que a OpenAI procurava levantar 30 mil milhões de dólares (26,4 mil milhões de euros), numa nova ronda de financiamento, fazendo subir a sua avaliação de 852 mil milhões de dólares (750,6 mil milhões de euros) para 1,4 biliões de dólares (1,2 biliões de euros).
Esta nova ronda de financiamento serviria para dar mais folga financeira à empresa liderada por Sam Altman numa fase em que a organização prepara a sua entrada em bolsa.
Na última ronda de financiamento, em março, a detentora do ChatGPT levantou 122 mil milhões de dólares (107,4 mil milhões de euros), o valor mais elevado de sempre, com uma avaliação de 852 mil milhões de dólares (750,6 mil milhões de euros), numa ronda onde participaram investidores como o SoftBank, Amazon e Nvidia.
Isto surge numa altura em que a empresa anunciou, na terça-feira 30 de setembro, o adiamento do seu novo modelo de inteligência artificial o GPT 6.1 Astra devido a questões de segurança.
Os mais recentes resultados financeiros da OpenAI revelaram que as receitas aumentaram 17,5% no segundo trimestre para os 6,7 mil milhões de dólares (5,7 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual) face aos 5,7 mil milhões de dólares do primeiro trimestre (4,8 mil milhões de euros), como avançou o Wall Street Journal a 18 de agosto.
A OpenAI reportou um prejuízo operacional de 12,3 mil milhões de dólares (10,5 mil milhões de euros), no segundo trimestre, uma subida, de 32%, face aos 9,3 mil milhões de dólares (7,9 mil milhões de euros) do primeiro trimestre.
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