Portugal no centro do Atlântico digital. Autoestrada de dados ou potência tecnológica?
A posição geográfica de Portugal e a chegada de novas ligações submarinas colocaram o país como recetor de valor acrescentado nas rotas internacionais de dados. Operadores de telecomunicações, cabos submarinos e pontos de troca de tráfego digital concordam com o retrato. Porém, esta interdependência é sentida ainda como um princípio. Para reter valor, o país precisa de centros de dados, energia, redes terrestres, cloud, capacidade computacional e empresas que troquem e processem localmente a informação. Uma evolução a que não se pode subtrair a inteligência artificial, que aumentará a escala e a urgência deste desafio.
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