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MEO e Nokia aceleram a evolução para redes autónomas e nativas de IA

MEO e Nokia aceleram a evolução para redes autónomas e nativas de IA

A MEO e a Nokia anunciaram hoje o reforço da colaboração para acelerar redes autónomas e nativas de inteligência artificial, através de um programa de inovação conjunto que inclui IA e automação em ambientes reais de rede.
Em comunicado, as empresas explicam que a “iniciativa pretende explorar novas formas de integrar a IA na conceção, operação, monitorização e otimização das redes, tornando-as progressivamente mais inteligentes, adaptáveis e autónomas”.
O objetivo é desenvolver e testar casos de utilização concretos que permitam às redes detetar alterações, antecipar necessidades e responder de forma mais rápida e eficiente, lê-se no comunicado.
“O programa faz parte da estratégia da MEO para a inteligência artificial e inovação e da sua visão a longo prazo para infraestruturas de telecomunicações cada vez mais inteligentes, resilientes e autónomas”, adianta a operadora liderada por Ana Figueiredo.
“A inteligência artificial está a transformar a forma como as redes de comunicações são concebidas, operadas e vivenciadas. Na MEO, estamos a desenvolver as capacidades necessárias para transformar esta evolução em aplicações concretas, combinando o conhecimento das nossas equipas com a experiência de parceiros tecnológicos de referência”, diz o administrador com pelouro da tecnologia (‘chief technology officer’), José Pedro Nascimento, citado em comunicado.
Este programa permite às duas empresas explorar novas formas de construir infraestruturas mais inteligentes, resilientes e eficientes, criando maior valor para os clientes e contribuindo também para o reforço da posição de Portugal na economia digital, acrescenta a mesma fonte.
“A nossa colaboração com a MEO demonstra como a IA pode passar da fase experimental para um impacto concreto nas redes de comunicações. Ao trabalharmos em conjunto em casos de utilização reais, estamos a explorar novas formas de tornar as redes mais inteligentes, adaptáveis e autónomas, proporcionando simultaneamente benefícios tangíveis para o desempenho da rede e a experiência do cliente”, acrescenta John Harrington, vice-presidente sénior e diretor para a Europa da Nokia, citado no mesmo comunicado.

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